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As pastagens em São Paulo e Minas Gerais, especialmente em Minas, ainda estão secas. As chuvas que chegam iniciarão o processo de recuperação, mas recuperações mais expressivas virão quando as chuvas se tornarem mais consistentes.
A oferta de bovinos para abate ainda supria a demanda dos frigoríficos, mas com menor folga em relação aos dias anteriores, com a ponta vendedora mais retraída.
Grande volume de abates no período anterior de estiagem, estimula o produtor a segurar o gado nas propriedades, causando alta em todas as cotações.
O preço do leite pago ao produtor voltou a cair no pagamento de setembro, referente à produção entregue em agosto.
O cenário apresentou redução nas ofertas, que antes eram abundantes, embora alguns frigoríficos ainda contassem com boa disponibilidade de bovinos de confinamento.
A oferta de bovinos disponíveis para a compra diminuiu, trazendo assim maior sustentação às cotações.
Precipitações se espalham pelo Brasil, favorecendo algumas áreas, mas a recuperação da umidade do solo ainda é lenta.
O início do mês traz fôlego ao mercado do boi gordo. Para o produtor de leite, o cenário deve seguir pressionado até o final do ano. No clima, as chuvas estão no radar.
O mercado esteve dividido em dois cenários. As indústrias frigoríficas voltadas ao mercado externo trabalharam com escalas mais alongadas.
Para outubro, a expectativa é de intensificação das chuvas nas áreas que já registraram precipitações no fim de setembro, além do avanço para regiões que ainda enfrentam estiagem.
O cenário ainda era de mercado bem ofertado em grande parte do estado, com presença significativa de bovinos de confinamento nas escalas de abate dos frigoríficos e com escoamento de carne bovina ainda moroso.
Tensões comerciais com os EUA, choque de oferta na África e demanda interna fraca redirecionam a importação chinesa para óleo e fortalecem o Brasil.
As chuvas irão se intensificar de forma gradual, com os maiores volumes concentrados na segunda quinzena do mês.
Importação e uso de herbicidas prontos para uso crescem em 2025, mesmo em ano de custos elevados no campo.
Clima adverso, queda na produtividade e o vendedor retraído sustentaram os preços do café no mercado brasileiro.
As chuvas retornam de forma mais abrangente ao Centro-Oeste e Sudeste, aliviam parte da estiagem no Norte e mantêm o padrão no Sul, enquanto o Nordeste segue com volumes concentrados e áreas secas persistentes.
No Centro-Oeste as chuvas voltam a se espalhar e finalmente alcançam Goiás, que enfrentava um longo período de estiagem.
Captação formal de leite foi recorde no primeiro semestre de 2025, impulsionada por margens favoráveis.
As chuvas seguem de forma desigual pelo país, com alívio parcial em algumas regiões e persistência de déficits de umidade do solo em outras.
Apesar das chuvas, Santa Catarina e o Norte e Leste do Paraná registram umidade do solo abaixo do normal, porém sem intensidade exagerada.
A menor disponibilidade de bovinos sustentou os preços da arroba.
Cenário climático segue dentro do esperado para o período, com chuvas modestas e estiagem persistente em algumas áreas.
O momento é o mais adequado para a compra de herbicida. Mas, como está o poder de compra do pecuarista?
O cenário esteve dividido em dois movimentos. De um lado, ficaram os compradores, que anteciparam negócios para suprir as escalas de abate e negociar a preços mais favoráveis.
As chuvas se espalham pelo país, beneficiando algumas áreas, mas mantendo estiagem em pontos críticos
No campo, o clima levanta suspeitas: seca demais, grão de menos, chuva em excesso e o pasto sem progresso.
Chuvas se espalham pelo país com variação regional e temperaturas em elevação, beneficiando algumas áreas, mas mantendo estiagem em pontos críticos
Chuvas fracas e localizadas ajudam a manter as lavouras e as pastagens em algumas regiões, mas a estiagem ainda limita a umidade do solo em grande parte do país.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
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