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A cotação não mudou na comparação diária. A boa oferta de boiadas permitiu que as escalas de abate ocorressem de forma tranquila.
Com as escalas tranquilas e com o fraco escoamento de carne, alguns frigoríficos ficaram fora dos negócios na terça-feira. Os que abriram as compras aproveitaram a boa oferta e negociaram abaixo das referências do dia anterior, com exceção da vaca, cuja cotação não mudou.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação feita dia a dia. A oferta de boiadas esteve contida e as escalas de abates começaram a encurtar, o que justificou essa estabilidade. As escalas de abate atenderam, em média, a oito dias.
Maior disponibilidade de bovinos e frigoríficos com escalas alongadas tem afetado a cotação da arroba bovina.
Mercado moroso e maior oferta de bovinos pressionaram os preços da arroba.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continuava bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
A menor disponibilidade de bovinos sustentou os preços da arroba.
A maior oferta de bovinos permitiu o alongamento das escalas. No entanto, o mercado estava sustentado por conta da demanda que estava firme.
A cotação do boi gordo e do boi China subiu R$2,00/@.
Setor busca novos mercados para compensar perdas de US$ 1 bilhão e evitar demissões, mas preços no Brasil podem variar.
A entressafra de capim limitou a oferta, o consumo interno melhorou e as tarifas dos Estados Unidos passaram a preocupar menos. Com isso, a cotação da arroba subiu região de Marabá (PA).
O mercado do boi gordo seguiu firme e registrou novas valorizações. A oferta de boiadas, que estava confortável, retraiu. Enquanto isso, a demanda ganhou força. A exportação, em julho, registrou o maior volume de carne bovina in natura exportada pelo Brasil em um único mês.
A cotação da arroba do boi gordo subiu na primeira semana de agosto. A demanda, tanto externa - apesar da confirmação das tarifas estadunidenses - quanto interna - com a virada de mês e dia dos Pais -, está firme, enquanto, do lado da oferta de boiadas, houve maior cadenciamento.
A oferta de boiadas continuava restrita e os vendedores estavam aguardando valorizações para comercializar. Os compradores não estavam conseguindo alongar as escalas de abate e as trabalhavam dia após dia. Nesse sentido, a cotação da arroba do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00 e a da novilha subiu R$3,00.
A oferta de boiadas esteve enxuta, com uma parcela dos pecuaristas à espera de preços melhores para negociar. Esse cenário contribuiu para que a cotação da arroba do boi gordo recuperasse as perdas recentes.
Apesar de um mercado mais especulativo do que ativo em negociações no início da semana, a menor oferta de boiadas terminadas e a melhora no escoamento da carne abriram espaço para uma alta de R$2,00/@ na cotação de todas as categorias.
Mesmo com a queda recente nas cotações, o mercado do boi gordo começa a dar sinais de estabilidade. Segundo Pedro Gonçalves, engenheiro-agrônomo e analista da Scot Consultoria, a arroba encontrou um piso em torno de R$298,00 a R$302,00, e a tendência é de recuperação com a redução da oferta de boiadas e exportações aquecidas, que devem bater recorde histórico em julho.
Alguns fatores influenciaram o mercado de ontem para hoje. O primeiro era que indústrias com escalas mais curtas no mês corrente ofertaram mais para colocarem boiadas e alongá-las.
A oferta de boiadas havia diminuído, e a ponta vendedora se mostrava mais retraída. Ainda assim, as escalas de abate seguiam confortáveis e, apesar da redução na oferta, não havia escassez - o que manteve o mercado equilibrado na comparação diária.
De ontem para hoje, as ofertas de compra não mudaram. A oferta de boiadas diminuiu e o escoamento da carne bovina melhorou, o que deu estabilidade ao mercado que estava frouxo. A estabilidade nas cotações sucedeu as quedas registradas nos últimos dias.
Após praticamente uma semana e meia com o mercado em queda em São Paulo, esse foi o segundo dia consecutivo em que a cotação se manteve estável para todas as categorias de bovinos, com exceção da novilha, que caiu ontem. O mercado encontrou uma base para os preços, pautado em um movimento de restrição de oferta pelos vendedores.
A arroba do boi gordo voltou a operar abaixo dos R$300, refletindo uma combinação de fatores de mercado. Segundo Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria, a pressão de baixa não se deve apenas às tarifas anunciadas pelos EUA.
Pedro Gonçalves, engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria, destaca cenário de oferta e demanda no Estado e projeta possíveis movimentações no curto prazo.
A ponta compradora havia reduzido os negócios. Nesse contexto, a oferta foi suficiente para atender à demanda sem excedentes, o que garantiu estabilidade nos preços na comparação diária.
Com a aproximação do feriado, o mercado estava operando em ritmo lento e com os mesmos preços e, nesse sentido, a cotação estava a mesma em relação à ontem para todas as categorias de bovinos.
Com uma demanda interna e externa bastante aquecida e ofertas de boiadas mais enxutas, a cotação da arroba do boi gordo deve seguir em alta, ao menos no curto prazo. A atenção se dá para o clima, que pode impactar a disponibilidade de pastagens e pressionar para baixo, regionalmente, a cotação.
A entressafra, marcada pela menor disponibilidade de boiadas, está cada vez mais evidente. O mercado está enfrentando dificuldades na aquisição de boiadas, o que resultou em alta nas cotações: o boi gordo subiu R$1,00/@ e a vaca gorda R$2,00/@.
O escoamento da carne bovina fluía bem, estimulando os negócios, o que permitiu o aumento da cotação em todas as categorias. Dessa forma, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@, a da vaca subiu R$3,00/@ e a da novilha subiu R$5,00/@.
Em São Paulo e Mato Grosso, aumento foi superior a 3,0%; menor disponibilidade de animais para exportação ajudam a explicar movimento.
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