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Escalas de abate mais alongadas reduziram a necessidade de compras imediatas e pressionaram a cotação da vaca e do “boi China” em São Paulo.
Com escalas de bom tamanho e as vendas de carne devagar, as negociações estão sem força. Parte da indústria frigorífica não está ativamente nas compras, e as ordens de compra das que estão nada mudaram em relação a ontem. O boi gordo está cotado em R$355,00/@, a vaca em R$330,00/@ e a novilha em R$340,00/@.
Escalas alongadas e consumo lento enfraquecem as negociações, com mercado dependente da retomada das vendas de carne.
Com o aumento da oferta, as escalas melhoraram. Com isso, as cotações do boi gordo e da novilha caíram. A cotação das demais categorias não mudou.
Entre restrições de oferta, desafios na cria e demanda global crescente, líderes da cadeia veem um mercado mais valorizado, mas que exige coordenação e confiança.
Oferta segue aumentando, embora sem excessos e o cenário continua mais cômodo para a ponta compradora.
Oferta maior e escalas mais confortáveis mantiveram o mercado pressionado, com recuos nas cotações e maior poder de negociação dos compradores.
Variação em porcentagem da cotação média do “boi China”, entre janeiro e abril*.
Mercado paulista abriu com queda nas cotações do boi gordo e da vaca, pressionado por compradores com escalas mais confortáveis e ofertas de compra menores.
“Mercado paulista abriu com queda nas cotações do boi gordo e da vaca, pressionado por compradores com escalas mais confortáveis e ofertas de compra menores”.
A semana iniciou com menor ritmo de negociação.
O mercado do boi gordo registrou ajuste após semanas de alta. Em São Paulo, a arroba recuou R$2,00 para o boi comum e para o “boi China”.
Após a queda na cotação dos machos no dia anterior (23/4), o mercado operou ontem à tarde e durante a manhã de hoje com as referências das fêmeas em queda de R$3,00/@. Assim como para o boi, as ofertas de fêmeas aumentaram.
Após um mês de preços firmes e em alta, a cotação caiu pela primeira vez. A oferta de boiadas aumentou, reflexo de uma ponta vendedora mais atenta, precavida e aproveitando os bons preços vigentes.
Aumento pontual na oferta e escalas mais confortáveis pressionaram a arroba
Mesmo com tentativas de compra a preços menores após o feriado de Tiradentes, a oferta restrita no mercado spot sustentou a cotação da arroba do boi gordo.
A cotação não mudou em nenhuma categoria na comparação com o dia 20 de abril. Parte dos frigoríficos sinaliza aumento pontual da oferta e já consegue alongar as escalas em razão do menor número de dias de abate na semana, por causa do feriado de Tiradentes.
Com parte dos frigoríficos fora das compras e com parte emendando ou antecipando o feriado de 21 de abril, a semana começou sem mudanças nos preços.
A oferta mais equilibrada tirou parte da pressão de compra em São Paulo, mas não foi suficiente para alterar os preços de referência.
Alguns compradores saíram das compras.
Mercado mantém firmeza após altas, com negociações mais cadenciadas e escalas de abate ao redor de oito dias.
Segue até sexta-feira em Ribeirão Preto/SP, o Encontro de Confinamento da Scot Consultoria. O João Pedro Cuthi Dias está acompanhando o evento e conversou com o presidente da Abiec, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes, Roberto Perosa.
Altas são sustentadas por exportações aquecidas, melhora do consumo interno e oferta ajustada, mesmo com frigoríficos atuando com maior cautela.
Apesar da pouca oferta, após a alta na cotação de todas as categorias na semana passada, o mercado abriu a semana sem alteração.
A menor oferta dificulta a formação das escalas pelos frigoríficos, que passam a oferecer mais pela arroba.
Entrevista com a engenheira agrônoma, Danyella Bonfim
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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