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O contrato futuro do boi gordo segue mais procurado pelo investidor em agosto, com especial atenção para o vencimento de outubro.
Boi gordo e “boi china” sobem em São Paulo
As posições em aberto no mercado futuro do boi gordo recuaram no início de julho, atingindo o menor nível desde fevereiro.
Na semana, em São Paulo, a cotação subiu para todas as categorias de machos, enquanto, para as fêmeas, apenas a bezerra de desmama teve alta.
Queda nas posições do contrato de maio foi compensada pelo avanço da demanda em junho e julho, enquanto outubro mantém perspectiva mais otimista para a arroba no segundo semestre.
As posições em aberto para os contratos futuros do boi gordo na B3 apresentaram forte queda na primeira semana de maio.
Na semana, apenas a vaca magra teve alta na cotação.
Após um mês de preços firmes e em alta, a cotação caiu pela primeira vez. A oferta de boiadas aumentou, reflexo de uma ponta vendedora mais atenta, precavida e aproveitando os bons preços vigentes.
Na B3, as posições permanecem firme, apesar da queda no preço futuro do boi gordo
Em São Paulo, nesta semana, para os machos houve queda na categoria mais pesada, enquanto para as fêmeas a queda foi na categoria mais leve.
Nas exportações, o sebo teve o menor volume embarcado desde fevereiro e o couro registrou recorde de volume, mas com faturamento menor devido à mudança no tipo de material exportado.
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas tem atendido à demanda.
Início de dezembro traz firmeza aos preços.
Não espere o mercado começar a correr para pensar em seguro de preço. Se a volatilidade está dormindo, talvez seja justamente a hora de você acordar para o hedge.
Após atingir as máximas em setembro, as cotações recuaram em outubro, tanto na granja quanto no atacado.
Apesar da maior atratividade em relação ao óleo de soja e da demanda interna aquecida, os preços do sebo recuaram. Para o mercado de couro bovino, a estabilidade persiste.
Ao longo da quarta semana de outubro, o mercado do boi gordo se manteve firme, fundamentado por uma oferta ajustada e um escoamento de carne, que apesar de perder fôlego em relação à primeira quinzena, é considerado bom para o atual período do mês e, se comparado com o desempenho de setembro, está bem melhor.
“O óbvio só é óbvio para o olho preparado”.
Em São Paulo, o ágio entre o bezerro de desmama e o boi gordo recuou 10 pontos percentuais, indicando que o custo de aquisição dessa categoria está menor em relação ao preço de venda do boi terminado.
Negociações ganham força e as categorias de machos anelorados, em São Paulo, registram alta na primeira semana de agosto.
Exportações aquecidas em julho e a alta demanda no mercado interno sustentam os preços do sebo. O preço do couro, impulsionado pela boa oferta e menor faturamento das exportações, por outro lado, está sob pressão de queda.
Com menor apetite de recriadores e invernistas, influenciado pela desvalorização do boi gordo, o mercado de reposição registra recuos generalizados nas cotações.
Na média do mês, os preços na granja e no atacado ficaram 13,6% e 3,5% maiores quando comparados a março, respectivamente.
No boi, olhando apenas a primeira e a última cotação de abril, talvez não assuste tanto, afinal R$1,09/@ de queda faz certa falta, mas não machuca tanto...
Com quedas mais intensas à cotação das carnes concorrentes no atacado, o frango “perdeu espaço” no mês.
A análise técnica mostra uma certa
O preço do boi gordo subiu R$1,00/@. As ofertas de fêmeas para abate, embora ainda estejam maiores do que as de bois, recuaram, contribuindo para sustentar os preços de todas as categorias. Assim, não houve alterações nos preços do "boi China", vaca e novilha, comparados a ontem.
Preços das três categorias monitoradas pela Scot Consultoria apresentaram alta na cotação, com a chegada do período, que começou em 5/3.
Valorização no mercado atacadista foi de 8,3% desde o início de fevereiro.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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