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Para o curto prazo, com o mercado do boi gordo em alta e as chuvas em maiores volumes, é provável que o mercado de reposição ganhe mais força.
Expectativa de incremento nas vendas no curto prazo.
Demanda aquecida resulta em alta de preço do sebo no Brasil Central.
Mas a atenção continua no oeste de Mato Grosso do Sul, sul de Mato Grosso, norte de Minas, Goiás e Tocantins, onde as precipitações ficaram abaixo da média para o mês.
Apesar da incerteza de qual será o patamar de preços em 2020, é pouco provável que ocorram grandes deságios, como os precificados no mercado futuro.
No Brasil Central, a baixa demanda pelo produto final manteve a cotação do couro verde em patamares historicamente baixos.
Dentro da “normalidade” do mercado, este ajuste semanal de 2,9% é considerável, sendo a terceira maior variação do ano.
Na comparação com o mês anterior, a alta mais expressiva ficou para o garrote anelorado, de 22,8%. Atualmente está cotado em R$2,1 mil, maior preço nominal desde o início da série, em setembro de 1998
Em São Paulo, após a volatilidade de preços vigente nos últimos dias, o mercado do boi gordo está mais calmo, já são quatro dias de estabilidade.
Esse cenário é reflexo de uma oferta ajustada, junto a uma demanda aquecida, tanto interna como externa.
A disponibilidade de bois de cocho está diminuindo e a oferta de animais de pasto ainda está baixa, o que mantém o mercado sustentado.
Depois de intensa volatilidade na semana passada, foram dois dias de estabilidade de preço e as escalas de abate dos frigoríficos atendem, em média, entre três e quatro dias.
Nos últimos trinta dias, o boi gordo se valorizou 9,7% no estado, enquanto a média de todas as categorias pesquisadas subiu 5,4% no mesmo período. Com isso, houve melhora de 4,2% na relação de troca,
De maneira inédita, os preços da carne bovina vendida em supermercados e açougues em São Paulo registraram uma alta de 8,0%, na média de todos os cortes, na variação semanal.
A valorização do boi gordo foi maior que a alta do milho no mercado interno, o que favoreceu o poder de compra do pecuarista em novembro.
Veja a entrevista de Alcides Torres, diretor e co-fundador da Scot Consultoria, para o Mercado & Compahia a respeito do aumento do preço da carne bovina no mercado interno.
Confira os principais dados sobre a produção de etanol a partir do milho e seu potencial de crescimento.
O mercado do boi gordo tem trabalhado com mais parcimônia em São Paulo. Depois de intensa volatilidade na semana passada, já são dois dias de estabilidade de preço e as escalas de abate dos frigorífic
Apesar do menor volume de negócios em São Paulo, o mercado do boi gordo esteve ativo em diversas praças pecuárias.
Desde que a Scot Consultoria acompanha o mercado da carne bovina (início de 2005), uma alta desta magnitude nunca havia sido registrada.
Boa demanda mantém cotações do sebo sustentadas.
Em São Paulo, a carcaça está sendo comercializada, em média, por R$5,23 por quilo, alta de 6,7% nos últimos sete dias. Desde o início do mês a valorização foi de 21,1%.
A alta volatilidade do boi gordo e a oferta restrita de animais de reposição explicam o comportamento dos preços do mercado de reposição nas últimas semanas.
Parte dos frigoríficos estiveram fora das compras na manhã desta segunda-feira. Com essa ausência o mercado ficou estável.
O mercado, nervoso, continua subindo e sem referências. As cotações variando R$10,00/@ ao longo do dia é o cenário do boi gordo na maior parte das regiões monitoradas pela Scot Consultoria.
A alta volatilidade do boi gordo e a oferta restrita de animais de reposição explicam esse cenário de preços firmes.
O mercado de suínos está bastante demandado, seja pela boa demanda interna, em decorrência da proximidade de final de ano, no qual os cortes dessa proteína são bastante procurados, ou pelas exportaçõe
Entrevista com o zootecnista e coordenador da inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri
Estadão
Bezerro em alta: oportunidade de compra acaba em agosto?
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