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Pós feriado prolongado, a cotação da arroba do boi gordo caiu em São Paulo. A oferta de bovinos está boa e as escalas de abate estão programadas até a primeira semana de maio, junto a uma demanda que foi menor que a expectativa para o "feriadão", o mercado cedeu.
A ponta compradora está com a escala alongada, em média, 13 dias. Com ela menos ativa, ocorreu uma pressão baixista para a categoria dos machos. O boi comum e o "boi China" recuaram R$5,00/@. Para as fêmeas não houve alteração.
Após negócios pontuais em R$340/@ em abril, impulsionada pela demanda internacional e pelo "tarifaço" de Trump, o cenário mudou nas últimas semanas: a queda do dólar e preços para a carne bovina exportada menos firmes, o mercado encerra abril sob pressão e deverá começar maio desta forma, com a arroba apregoada, no início de mês, em R$325 em São Paulo.
Apesar do abate de bovinos elevado, a demanda internacional - especialmente da China - sustentou os preços nas três primeiras semanas de abril. No entanto, a combinação de menor ritmo de exportações na reta final de abril e o comprador interno mais cauteloso fez os preços cederem.
A evolução do peso das carcaças bovinas no Brasil, impulsionada por técnicas de manejo e as dinâmicas do ciclo pecuário.
O preço de todas as categorias de bovinos não mudou. O mercado esteve quieto, com pouquíssimos negócios concretos. Alguns compradores permaneceram fora de compras.
O histórico para a cotação da arroba do boi gordo, nos últimos catorze anos, é de queda no preço médio da arroba do boi gordo em maio - salvo as proporções do movimento -, em relação a abril. Em 2025, não deverá ser diferente. Na B3, o contrato com vencimento em maio está com referência menor que a apresentada no mercado físico em abril. A oferta de boiadas segue boa no país, segundo os abates sob Sistema de Inspeção Federal (SIF), e, com o avanço do outono, a perspectiva é de que a "desova de fim de safra" aumente essa oferta em curto prazo.
O histórico para a cotação da arroba do boi gordo, nos últimos catorze anos, é de queda no preço médio da arroba do boi gordo em maio - salvo as proporções do movimento -, em relação a abril. Em 2025, não deverá ser diferente. Na B3, o contrato com vencimento em maio está com referência menor que a apresentada no mercado físico em abril. A oferta de boiadas segue boa no país, segundo os abates sob Sistema de Inspeção Federal (SIF), e, com o avanço do outono, a perspectiva é de que a
Com o escoamento lento de carne e as escalas já completas para a próxima semana, o dia começou com algumas indústrias fora das compras, o que manteve a cotação estável para todas as categorias.
Com o desempenho da venda de carnes aquém do esperado durante o feriado e aumento na oferta de bovinos, os compradores ficaram menos dispostos a pagar mais pela arroba. Além disso, alguns se retraíram do mercado e aguardam novas movimentações.
A piora no escoamento de carne bovina e o comportamento mais cauteloso por parte dos compradores resultou em um recuo nos preços dos bovinos em todas as categorias nas praças paulistas. Com isso, a cotação do boi gordo, "boi China", vaca e novilha caiu R$2,00/@.
No primeiro dia útil após o feriado de Páscoa e Tiradentes, tanto compradores, quanto vendedores estiveram “em cima do muro”. O mercado permaneceu estável em todas as categorias.
A Semana Santa foi movimentada para a cotação do boi gordo, mesmo com a cautela de compras das unidades frigoríficas. O bom desempenho de abate não foi um fator para pressionar a cotação para baixo, e viu o patamar de R$330,00/@ romper em abril.
A melhora no escoamento de carne bovina e uma maior procura por bovinos machos impulsionaram os preços do boi gordo e do "boi China" nas praças paulistas. Com isso, a cotação do boi gordo e "boi China" subiu R$3,00/@. Para a vaca e para a novilha, a cotação não mudou.
O confinamento é definido como uma prática intensiva de engorda e manejo de bovinos que utiliza um espaço delimitado para otimizar a alimentação e o controle dos animais, visando maximizar o ganho de peso em um curto período e elevar a eficiência produtiva. Essa ferramenta pode ser utilizada de forma exclusiva ou estratégica, a depender dos objetivos do produtor.
O mercado do boi gordo segue firme na primeira quinzena de abril, com menor oferta de animais, exportações em alta e consumo interno impulsionado pelo recebimento dos salários e pelo fim da quaresma. As escalas de abate estão mais curtas e os preços na praça paulista variam de R$325 a R$330 por arroba.
O mercado do boi gordo iniciou abril com preços firmes, mesmo diante do período da Quaresma e da lentidão típica da Semana Santa. A demanda interna está estável, as escalas de abate encurtaram e as exportações seguem em ritmo forte, com recorde nos primeiros dez dias de abril. Apesar dos impactos das decisões econômicas dos EUA no comércio global, o Brasil mantém sua competitividade, inclusive no mercado norte-americano, mesmo pagando tarifas elevadas. A expectativa é de que o país continue ganhando espaço também junto à China.
Com ofertas mais restritas, o mercado teve alta de R$2,00/@ para a cotação do boi gordo e para o “boi China”. O preço da novilha seguiu a mesma tendência e registrou um aumento de R$2,00/@. Para a vaca, a cotação não mudou.
Mercado estável para todas as categorias de bovinos. Tanto compradores, quanto vendedores esperam a evolução dos fatos ao longo da semana Santa.
No último dia de palestras do Encontro de Confinamento e Recriadores 2025, o destaque foi a gestão nutricional e as estratégias para garantir desempenho mesmo com as mudanças sazonais nos pastos.
Poucos negócios foram realizados na segunda-feira. Os compradores aguardaram o resultado das vendas do fim de semana, alguns seguem fora do mercado. Nesse sentido, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias.
Analistas da Scot Consultoria destacam que, embora as cotações estejam em elevação, o alto volume de fêmeas nos abates indica que o ciclo pecuário ainda não entrou em nova fase.
A redução da oferta nas praças paulistas refletiu em dificuldade para completar a escala. Com isso, o preço do "boi China" e o da novilha subiu R$2,00/@. Para as demais categorias, a cotação não mudou.
A oferta de machos estava contida, enquanto o volume de fêmeas superava o de bois, o que contribuía para sustentar os preços na categoria. Desta forma, a cotação do boi gordo e do "boi China" subiu R$1,00/@, a da vaca e a da novilha se manteve estável.
Durante a abertura do ECR 2025, especialistas da Scot Consultoria reforçam a importância da eficiência na cria para garantir a sustentabilidade e competitividade da pecuária brasileira.
A continuidade de um cenário de oferta enxuta, que não atende à demanda, resultou em um aumento de R$2,00/@ para a cotação do boi comum e o "boi China" pelo segundo dia consecutivo. O preço da vaca seguiu a mesma tendência e registrou alta de R$2,00/@, após três dias de estabilidade. Para as novilhas, a cotação não mudou.
Segundo analistas de mercado, apesar de elevação nas cotações do boi gordo, boi magro, a participação elevada ainda de fêmeas nos abates sinaliza que o ciclo pecuário ainda não virou.
Durante evento de confinamento e confinadores, houve debate entre evitar desembolso e aumentar ganho e aumentar desembolso e reduzir os custos.
Em função de uma oferta restrita, a cotação do boi comum e do "boi China" subiu R$2,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
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