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O cenário positivo no mercado do boi gordo, associado a baixa do preço do milho no mercado interno com o avanço da colheita de segunda safra dão ânimo aos recriadores.
Reação nos preços.
Com a colheita do milho em andamento, o viés é de baixa para os preços no mercado interno, mas o câmbio mais firme e o vendedor mais resistente na negociação podem dar sustentação às cotações pontualm
Na praça paulista, o cenário está calmo e com cotações firmes em R$220,00/@ bruta e à vista para o boi comum, e R$225,00/@ para a boiada jovem de até quatro dentes.
Cenário positivo no boi gordo dá ânimo aos recriadores.
As ofertas limitadas de boiadas sustentam o cenário positivo na maior parte das regiões produtoras.
Com a demanda interna patinando, o mercado do couro tem dificuldade em ganhar força, já são 14 semanas de estabilidade nas cotações.
A menor oferta de animais para reposição e a demanda aquecida, com o cenário positivo no mercado do boi gordo, têm impulsionado os preços no mercado de reposição.
Considerações sobre o fechamento dos mercados de boi e milho em junho e expectativas para a primeira quinzena de julho.
Apesar da estabilidade nos preços na comparação semanal, em trinta dias houve aumento de 4,1 e 4,3%, respectivamente, nas granjas e no atacado.
No balanço semanal, considerando a média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria, entre machos e fêmeas anelorados, a valorização foi de foi de 3,7% em relação à semana anterior.
A média diária exportada ficou em 7,65 mil toneladas, frente às 6,02 mil toneladas em igual período de 2019, incremento de 27%.
Para esta semana, o quadro é de otimismo com relação às cotações no mercado do boi, apoiado na oferta limitada e com a ajuda da exportação.
As altas foram puxadas pelas fêmeas. Considerando a média de todas as categorias, a valorização foi de 4,4%, frente a 2,4% da média das categorias dos machos anelorados.
No mercado do boi, o viés é de alta devido a oferta restrita de animais para abate e expectativas positivas com relação às exportações. Para o milho, as recentes altas do dólar deram sustentação às co
Alcides Torres, Hyberville Neto e Rafael Ribeiro estiveram ao vivo no dia 16/6 às 19h, no Instagram da Scot Consultoria e Pasto Extraordinário, conversando sobre os mercados do boi, leite e insumos e
Oferta restrita sustenta as cotações.
Fêmeas puxam as cotações.
A oferta restrita de boiadas, que tem provocado um menor ritmo nos abates e a diminuição dos estoques de carne nas indústrias, e o cenário positivo das exportações são fatores de firmeza no mercado do
Para o curto prazo, a boa demanda para exportação e os estoques internos mais reduzidos são fatores de sustentação das cotações, mas o câmbio terá papel fundamental na precificação da soja em reais.
Passado o feriado e o recebimento dos salários que impulsionaram as vendas de carne bovina, a atenção agora está voltada para o comportamento do consumo doméstico frente à retração econômica se acentu
Hoje, 16 de junho de 2020, Alcides Torres, Hyberville Neto e Rafael Ribeiro estarão ao vivo respondendo as principais dúvidas do que vem por aí no mercado do boi, leite e insumos.
Na comparação semanal, os preços subiram 3,9%. A demanda aquecida, associada à oferta limitada na maior parte dos estados, explicam a firmeza do mercado.
Oferta restrita dita rumo do mercado
As escalas de abate estão curtas e sem aumento, mesmo com as valorizações que vêm ocorrendo. A baixa oferta de boiadas predomina.
O volume médio diário embarcado foi de 5,47 mil toneladas, uma retração de 9,1% comparado a média de junho de 2019.
A maior demanda por categorias mais jovens no estado e a oferta restrita têm dado força às cotações dos bovinos de reposição.
Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
AgroMais
Oferta menor e exportações firmes impulsionam o preço do boi gordo em fevereiro
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