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Mais uma semana de valorizações.
Oferta comedida.
No balanço semanal, na média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria, entre machos e fêmeas anelorados, a alta foi de 3,7%.
O cenário está calmo, mas as cotações seguem firmes.
Na praça paulista, o preço está estável na comparação dia a dia, em R$220,00/@, a prazo e livre de Funrural, R$219,50/@ com desconto do Senar e R$216,50/@ bruto, para o “boi comum”, cuja carne é desti
Segundo levantamento da Scot Consultoria, na média de todos os estados monitorados, entre machos e fêmeas anelorados, a alta foi de 1,5% em relação à semana anterior.
A pressão de baixa sobre as cotações nas ordens de compra das indústrias paulistas surte pouco efeito.
Na praça paulista, o cenário está calmo e com cotações firmes em R$220,00/@ bruta e à vista para o boi comum, e R$225,00/@ para a boiada jovem de até quatro dentes.
Cenário positivo no boi gordo dá ânimo aos recriadores.
No balanço semanal, considerando a média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria, entre machos e fêmeas anelorados, a valorização foi de foi de 3,7% em relação à semana anterior.
Oferta restrita sustenta as cotações.
Fêmeas puxam as cotações.
A oferta restrita de boiadas, que tem provocado um menor ritmo nos abates e a diminuição dos estoques de carne nas indústrias, e o cenário positivo das exportações são fatores de firmeza no mercado do
Passado o feriado e o recebimento dos salários que impulsionaram as vendas de carne bovina, a atenção agora está voltada para o comportamento do consumo doméstico frente à retração econômica se acentu
Oferta restrita dita rumo do mercado
As escalas de abate estão curtas e sem aumento, mesmo com as valorizações que vêm ocorrendo. A baixa oferta de boiadas predomina.
Apesar do menor volume de negócios, típico de segundas-feiras, o mercado do boi gordo está firme e valorizações não estão descartadas.
Com a demanda patinando pelo produto para a produção de biodiesel o mercado está pressionado, no entanto, oferta está restrita, o que tem limitado as desvalorizações.
A dificuldade em manter as programações de abate (entressafra) fez com que os frigoríficos paulistas ofertassem preços maiores.
As altas foram puxadas pelas categorias jovens, com destaque para o bezerro de desmama, que valorizou 3,3% nos últimos sete dias, considerando a média de todas as regiões.
Boa demanda para exportação tem colaborado com o mercado interno do boi.
A oferta de bovinos para abate tem aumentando com as chuvas mais escassas, dias mais curtos e queda na temperatura na maior parte do território nacional. Consequentemente, os recriadores e invernistas
As variações positivas na cotação do boi gordo refletem um cenário de pouca disponibilidade de boiadas prontas para o abate, apesar dos ajustes na taxa de lotação em função da menor capacidade de supo
A pressão causada pelo aumento da oferta de boiadas está menor nesse final de safra em relação à safra de 2019, o que implica em estabilidade de preço frente à demanda interna estável. As variações de
Até agora, o que ajudou a sustentar os preços foi a combinação de diminuição dos abates e aumento das exportações, que ganharam mais relevância na precificação da arroba.
Pastos com menor capacidade de suporte.
No estado, os frigoríficos estão relativamente bem posicionados em relação às escalas de abate. Com as programações desta semana encaminhadas, alguns já estão comprando para o próximo mês, boa parte d
Não seria fora curva ver o recorde das exportações até mesmo em mai/20.
Como devemos ter um ano de retenção de fêmeas, há um maior investimento dos pecuaristas na cria, para a produção de bezerros, o que vai ao encontro da maior valorização para essas categorias.
O mercado doméstico está lento e o prolongamento do isolamento social, associado à aproximação da segunda quinzena do mês, colabora para que esse cenário se mantenha.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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