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Alcides Torres (engenheiro agrônomo e diretor da Scot Consultoria), Hyberville Neto (médico veterinário e consultor de mercado) e Rafael Ribeiro (zootecnista e consultor de mercado), bateram um papo n
Até agora, o que ajudou a sustentar os preços foi a combinação de diminuição dos abates e aumento das exportações, que ganharam mais relevância na precificação da arroba.
Preços do couro verde cedem na semana.
Pouca demanda e menor oferta de carne bovina
Preço da reposição reagiu mais que o boi gordo.
Pastos com menor capacidade de suporte.
Em São Paulo, a maior oferta de animais terminados, mesmo que não tão abundante, permitiu que boa parte das indústrias frigoríficas programassem as escalas de abate para o mês.
Mesmo com aumento gradual da oferta de boiadas, a segunda quinzena do mês, associada à demanda interna estabilizada em função do isolamento social, não permitiu maior fluidez aos negócios no mercado d
No dia 21 de maio de 2020, às 19h, Alcides Torres, Hyberville Neto e Rafael Ribeiro, farão uma transmissão ao vivo no Youtube da Scot Consultoria.
Mesmo com aumento gradual da oferta de boiadas, a segunda quinzena do mês, associada à demanda interna estabilizada em função do isolamento social, não permitiu maior fluidez aos negócios.
Baixa demanda no mercado do sebo.
A demanda interna comedida, em função do quadro de pandemia, tem estabelecido um ritmo calmo nos negócios e, por causa do aumento da oferta de boiadas de final de safra, possibilitou um alongamento da
No Rio Grande do Sul, o couro verde comum está cotado em R$0,55/kg, alta de 22,2% em uma semana.
A maior demanda nesse período foi pelo bezerro de desmama anelorado, que em janeiro passado estava cotado em R$1,4 mil e atualmente está em R$1,5 mil, valorização de 7,1% neste intervalo.
Sem perspectivas de melhora no mercado do boi gordo, a reposição continua tendo dificuldade em ganhar ritmo.
No estado, os frigoríficos estão relativamente bem posicionados em relação às escalas de abate. Com as programações desta semana encaminhadas, alguns já estão comprando para o próximo mês, boa parte d
O Relatório de DDG e WDG da Scot Consultoria, referente a primeira quinzena de maio, traz informações sobre o mercado, comparativos com outros alimentos concentrados proteicos e energéticos e sobre os
A expectativa é de aumento na oferta de animais para abate com o período seco e capim perdendo qualidade. Com relação a demanda por carne bovina, a entrada da segunda quinzena do mês é um fator negati
Apesar de sextas-feiras serem de poucos negócios, a grande maioria dos frigoríficos está ativa, fazendo ofertas de compra.
O aumento crescente da oferta de boiadas terminadas, mesmo que lentamente, deu fluidez aos negócios. Boa parte dos frigoríficos paulistas conseguiu alongar as escalas de abate.
Não seria fora curva ver o recorde das exportações até mesmo em mai/20.
Como devemos ter um ano de retenção de fêmeas, há um maior investimento dos pecuaristas na cria, para a produção de bezerros, o que vai ao encontro da maior valorização para essas categorias.
Com o consumo interno sem força, e a compra de boiadas pelos frigoríficos “sem gás” para atender a esse consumo, a oferta de bovinos é o fator de oscilação de preços.
É esperado um aumento gradativo da disponibilidade de boiadas para abate com o final de safra. Com isso, a tendência é de mercado mais frouxo.
Em maio/19, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,82 bezerro de ano, atualmente compra-se 1,65. Piora de 9,3% no poder de compra.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central o sebo está custando R$2,90/kg, livre de imposto. Queda de 1,7% frente a semana anterior.
entrevista com o professor,Kassio Ferreira Mendes
Notícias Agrícolas
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