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Após a maior demanda por carne bovina devido ao Dia das Mães, a compra para reposição das gôndolas trouxe valorização do produto na última semana.
Para o curto prazo é esperada uma menor demanda interna devido ao início da segunda quinzena do mês e as incertezas vindas da continuidade do isolamento social em todo o país.
Com o consumo interno sem força, a disponibilidade de gado gordo tem sido fator de oscilação dos preços da arroba.
A produção brasileira (total) está estimada em 102,33 milhões de toneladas de milho, 0,2% mais em relação à estimativa passada e 2,3% mais na comparação com o ciclo anterior (2018/19).
Não seria fora curva ver o recorde das exportações até mesmo em mai/20.
Baixa demanda no mercado do sebo.
Com o mercado ainda sob demanda enfraquecida e com a oferta de bois aumentando devido ao início da época seca, espera-se uma redução, também, no valor da carne bovina.
A maior demanda nesse período foi pelo bezerro de desmama anelorado, que em janeiro passado estava cotado em R$1,4 mil e atualmente está em R$1,5 mil, valorização de 7,1% neste intervalo.
O aumento crescente da oferta de boiadas terminadas, mesmo que lentamente, deu fluidez aos negócios. Boa parte dos frigoríficos paulistas conseguiu alongar as escalas de abate.
Como devemos ter um ano de retenção de fêmeas, há um maior investimento dos pecuaristas na cria, para a produção de bezerros, o que vai ao encontro da maior valorização para essas categorias.
Com o consumo interno sem força e a compra de boiadas pelos frigoríficos “sem gás” para atender a esse consumo, a oferta de bovinos é o fator de oscilação de preços.
No Brasil deverão ser consumidas 68,52 milhões de toneladas de milho na temporada atual (2019/20), frente as 70,45 milhões estimadas no relatório de abril.
Cenário é de consumo doméstico calmo, mas demanda forte para exportações e oferta de boiadas modesta, embora aumentando um pouco pelo final da safra.
O cenário atual traz dúvidas atrás de dúvidas, mas é possível que para o boi gordo os pontos negativos tenham contrapontos à altura.
Com o consumo interno sem força, e a compra de boiadas pelos frigoríficos “sem gás” para atender a esse consumo, a oferta de bovinos é o fator de oscilação de preços.
É esperado um aumento gradativo da disponibilidade de boiadas para abate com o final de safra. Com isso, a tendência é de mercado mais frouxo.
Em maio/19, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,82 bezerro de ano, atualmente compra-se 1,65. Piora de 9,3% no poder de compra.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central o sebo está custando R$2,90/kg, livre de imposto. Queda de 1,7% frente a semana anterior.
O volume passou de 70,45 milhões de toneladas estimadas em abril para 68,52 milhões de toneladas prevista no relatório de maio.
O mercado doméstico está lento e o prolongamento do isolamento social, associado à aproximação da segunda quinzena do mês, colabora para que esse cenário se mantenha.
Principais características fisiológicas, exigências climáticas e equipamentos que fazer a diferença na aplicação foliar de herbicidas.
Na praça paulista, a referência para a arroba do boi gordo ficou estável, cotada em R$194,00 a prazo e livre de Funrural, para atender o mercado interno. Houve ofertas de R$10,00/@ acima para boiadas
Para o curto e médio prazos, a expectativa é de preços mais firmes no mercado interno, com as preocupações acerca da segunda safra. De qualquer forma, a demanda mais fraca e a proximidade com a colhei
Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central, o couro verde está cotado em média R$0,50/kg, considerando o produto de primeira linha. Na comparação com o fechamento da semana anterior,
Com o recebimento dos salários de maio e a comemoração do Dia das Mães neste domingo 10/5, o consumo de carne deve aumentar, ainda que limitado pela conjuntura de isolamento.
Mercado do boi gordo com pouca variação nos preços apregoados da última sexta-feira (8/05) para hoje. O preço do boi casado de bovinos castrados está cotado em R$13,07kg. Queda de 0,8% na comparação m
Pouca variação nos preços apregoados da última sexta-feira (8/05) para hoje. A cotação de referência da arroba do boi gordo segue estável na praça paulista.
Em Paragominas-PA, o pecuarista com capacidade de suporte do gado nas pastagens tem segurado a boiada, e a oferta está restrita, com as escalas girando entre 2 a 4 dias.
O menor ímpeto da demanda, somado à queda na qualidade dos pastos, gera retração, mesmo que de forma compassada, nas cotações.
Na comparação com a semana anterior, houve alta de 12,9% na arroba do suíno terminado e de 17,5% para a carcaça do animal.
Entrevista com o zootecnista e coordenador da inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri
Estadão
Bezerro em alta: oportunidade de compra acaba em agosto?
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