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As negociações continuaram lentas em São Paulo, com o escoamento de carne bovina ainda fraco e a oferta de animais atendendo à demanda. Nesta quarta-feira, não houve alteração no preço do boi gordo e da vaca, mas a novilha teve uma queda de R$1,00/@.
No primeiro semestre de 2025, os Estados Unidos foram o segundo destino da carne bovina brasileira. A exportação foi de 156 mil toneladas de carne in natura. A China é a líder com 631 mil toneladas adquiridas no mesmo período.
A arroba do boi gordo voltou a operar abaixo dos R$300, refletindo uma combinação de fatores de mercado. Segundo Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria, a pressão de baixa não se deve apenas às tarifas anunciadas pelos EUA.
O DDG é o principal coproduto do etanol de milho e, embora seu preço seja influenciado pela cotação do grão, outros fatores também determinam suas variações.
A semana começou com indústrias fora das compras e volume de ofertas elevado, o que pressionou a cotação do boi gordo, que caiu R$3,00/@, e a do “boi China”, que caiu R$2,00/@.
Lotação desajustada, carência de nutrientes, ausência de integração… sem o manejo correto, até o melhor solo se torna vítima!
O mercado do boi gordo em Santa Catarina atravessa um momento de incerteza, e os compradores têm adotado uma postura cautelosa nas negociações.
Precipitações se concentram em áreas pontuais, enquanto a maior parte do território brasileiro segue sem chuvas.
O mercado ainda segue travado, com forte pressão sobre a cotação do boi gordo em todas as praças pecuárias brasileiras. A indústria, com a indefinição das tarifas, alongou escalas e, algumas unidades, entraram em férias coletivas no momento.
No dia 17 de julho (quinta-feira), a Scot Consultoria participou da reunião da ASBRAM com seus associados, realizada em São Paulo (SP).
O volume de negócios diminuiu em São Paulo. O escoamento da carne bovina estava lento e o anúncio da imposição de tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos esfriou os negócios.
Juliana Pila, da Scot Consultoria, avalia impactos da nova taxação e aposta em realocação da proteína nacional no comércio internacional.
A diminuição da dependência brasileira de fertilizantes norte-americanos tende a atenuar os impactos diretos da tarifa aplicada pelos Estados Unidos.
Com os temores gerados pelas tarifas norte-americanas, os vendedores ofertaram mais bovinos e os abatedouros estavam aproveitando o momento de compra. Se na semana passada a maior parte dos compradores permaneceu fora do mercado, hoje estavam ativos, aproveitando o momento de mercado.
Mercado em expansão e crescente demanda por café em grãos apresenta oportunidades comerciais para o Brasil.
Com o anúncio de uma nova tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, que se somaria aos 26% já cobrados da carne bovina, o clima de incerteza tomou conta do setor. A medida ainda não entrou em vigor, mas a indústria já recuou das compras e o mercado sentiu o baque.
Em menos de dois meses de expedição, mais de 50 propriedades já foram visitadas em sete estados diferentes.
Nesta quarta-feira, 16 de julho, a Scot Consultoria participou do 16º Workshop do Produtor Rural, realizado em Brasília (DF). O evento foi promovido pelo Sicoob Credibrasília.
O mercado do boi gordo enfrenta um cenário desafiador. Segundo Pedro Gonçalves, analista da Scot Consultoria, a possível imposição de tarifas de até 50% sobre a carne brasileira pelos EUA gerou incerteza nas exportações e retirou parte das indústrias das compras. O resultado foi pressão nas cotações, com a arroba girando entre R$300,00 e R$308,00 em São Paulo e quedas mais acentuadas em estados como Goiás e Minas Gerais.
No Dia Nacional do Pecuarista, o setor enfrentou incertezas com o anúncio de novas tarifas pelos EUA. A medida, que pode elevar a taxa total de importação da carne brasileira para até 76%, já afetou o mercado: frigoríficos reduziram compras, escalas foram alongadas e os preços da arroba, que vinham em recuperação, voltaram aos níveis de maio.
Com o aumento na oferta de bovinos e as incertezas das exportações para os Estados Unidos, o dia começou com queda nas cotações de todas as categorias.
O anúncio de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos, somada aos 26% já existentes para a carne bovina, elevou a cautela no setor pecuário.
O consumo de carne bovina nos EUA está subindo desde 2023, apesar da queda na produção. No primeiro semestre de 2025, a demanda esteve firme, enquanto a oferta doméstica caiu.
Muitos frigoríficos ainda estiveram fora das compras e o mercado seguiu ofertado. O anúncio das tarifas impostas pelos Estados Unidos está repercutindo e, o mercado abriu a terça-feira com a cotação da novilha e a do “boi China” em queda.
Tarifas impostas pelos Estados Unidos podem colocar em xeque as exportações brasileiras de café.
Contribuições obrigatórias incidem sobre o valor bruto da comercialização e revelam a força da pecuária na geração de recursos para previdência e qualificação rural.
Com a primeira etapa do Confina Brasil finalizada, a equipe da Scot Consultoria já visitou mais de 30 confinamentos em cinco estados (SP, MG, GO, TO e BA), trazendo um panorama atualizado da pecuária intensiva no país.
Na segunda-feira, como é comum para o início da semana, parte das indústrias frigoríficas optou por se manter fora das compras, aguardando uma definição do mercado. Essa postura cautelosa se acentuou diante das incertezas provocadas pelo anúncio do tarifaço por parte dos Estados Unidos.
A cena já foi isolada. As pistas não mentem: a virada para o segundo lote do Encontro de Intensificação de Pastagens 2025, da Scot Consultoria, está prestes a acontecer.
O presente texto tem as principais anotações feitas no Fórum Pré COP, em Campo Grande, no dia 24 de março deste ano, em complemento ao que já tinha sido abordado na coluna anterior.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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