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Com a oferta de boiadas reduzida, as cotações subiram até R$3,00/@.
Com a menor oferta e com poucos negócios, as cotações do boi gordo e do "boi China" subiram R$5,00/@. A cotação da arroba da vaca e a da novilha não mudou.
Mercado iniciou a sexta-feira com poucos negócios, oferta controlada e cotações estáveis. Atenção ficou voltada para o desempenho das vendas do final de semana.
Os contratos, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 8.701 posições em aberto para 11.523, do dia 8 ao dia 15 de janeiro.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@. Entretanto, eles não têm volume o bastante para formar a referência.
Medida antecipa anúncio previsto para o final de janeiro, fixa cotas por país e aplica tarifa extra sobre volumes excedentes até 2028.
Mais do que nunca, é hora de olhar para a curva com olhos de gestor e não apenas de produtor.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”.
Ainda há um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontra-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estão nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Apesar das especulações e incertezas momentâneas relacionadas à salvaguarda de importação chinesa, no mercado físico os preços se mantiveram estáveis. Os frigoríficos seguem com as compras, mesmo com a oferta contida.
Apesar da incerteza decorrente do potencial de mudança nas salvaguardas de importação chinesa, o mercado físico manteve-se com preços estáveis. A maioria dos frigoríficos segue mantendo as ordens de compra, dada a oferta ajustada de bovinos.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
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