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A primeira semana de agosto foi marcada por altas consecutivas nas cotações e, hoje, o cenário não mudou.
A primeira semana de agosto foi marcada por altas consecutivas nas cotações e, na sexta-feira (8/8), o cenário não mudou.
Recebimento dos salários e Dia dos Pais aumentam o ritmo das vendas e sustentam a cotação de parte dos setores da carne bovina.
Julho foi bastante chuvoso no grain belt norte-americano e, agora em agosto, com uma perspectiva de uma intensidade menor de chuvas, as lavouras de soja e de milho devem se desenvolver bem.
Previsão indica chuvas fracas e irregulares na maior parte do país, com destaque para a persistência da seca em áreas do Nordeste e Centro-Oeste; condição que favorece o andamento da colheita, mas limita o desenvolvimento de culturas de inverno e intensifica a perda de vigor das pastagens.
Gestão eficiente e inovação constante são os pilares do sucesso do Confinamento JP na busca por rentabilidade e qualidade em toda a cadeia produtiva.
Crescimento da produção brasileira de sorgo, concentração regional, destinação para nutrição animal e análise comparativa de custo-benefício com o milho.
Mercado fecha julho com movimentos opostos na cadeia.
Gestão de custos, antecipação de compras e monitoramento da relação de troca são chaves para garantir um cenário favorável.
Com tempo seco predominando em grande parte do país, chuvas pontuais favorecem o avanço das colheitas e o desenvolvimento do trigo, enquanto as pastagens seguem com baixa disponibilidade de forragem.
O “american dream” em 2025 – bem vivido até então – em julho, virou pesadelo após o anúncio e confirmação da tarifa de 50% pelos Estados Unidos a partir de agosto. Mas, o quanto isso “azeda” a exportação e a perspectiva para o restante de 2025?
O manejo do pasto deixou de ser secundário – hoje, é peça central na equação entre rentabilidade e sustentabilidade.
Clima de agosto reforça cenário típico de transição entre safras no Brasil.
Mesmo com a alta do petróleo e as mudanças no perfil das importações, o repasse das reduções promovidas pela Petrobras no primeiro semestre ainda influencia os preços do diesel no mercado interno.
Em 2024, após um primeiro semestre nebuloso para os criadores de gado, a praça de São Paulo puxou a retomada de preços em todos os estados brasileiros, registrando uma elevação de 27,9%, entre setembro do ano passado e janeiro de 2025. No período, a cotação do boi gordo saltou de R$ 249,27 para R$ 319,36, respectivamente. Desde então, manteve-se acima dos R$ 300,00, mesmo sob oscilações.
Mesmo antes de entrar em vigor, o tarifaço já pressiona o mercado, que seguiu em queda apesar do ritmo razoável nas vendas.
Com a demanda enfraquecida e as exportações abaixo do ritmo do ano passado, o mercado de suínos segue pressionado.
Tarifas agitam o mercado do boi gordo, porém mostram limitações para um mercado que não deve funcionar bem sem o Brasil.
Previsão climática para a última semana de julho indica chuvas irregulares e de baixos volumes na maior parte do país, com exceções pontuais.
Mesmo com a tarifa dos EUA prestes a valer, Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria, vê no consumo interno e nas exportações um fôlego para reação do boi gordo
Adilson Aguiar explica como a degradação das pastagens, o manejo do solo e o controle de plantas daninhas podem estar afetando os resultados financeiros da sua propriedade.
Após praticamente uma semana e meia com o mercado em queda, esse é o segundo dia consecutivo em que a cotação se mantém estável para todas as categorias de bovinos, com exceção da novilha, que caiu ontem. O mercado encontrou uma base para os preços, pautado em um movimento de restrição de oferta pelos vendedores.
Após praticamente uma semana e meia com o mercado em queda em São Paulo, esse foi o segundo dia consecutivo em que a cotação se manteve estável para todas as categorias de bovinos, com exceção da novilha, que caiu ontem. O mercado encontrou uma base para os preços, pautado em um movimento de restrição de oferta pelos vendedores.
A fertilidade do solo responde por 50,0% da produtividade – e tudo começa com a amostragem.
O DDG é o principal coproduto do etanol de milho e, embora seu preço seja influenciado pela cotação do grão, outros fatores também determinam suas variações.
Precipitações se concentram em áreas pontuais, enquanto a maior parte do território brasileiro segue sem chuvas.
As novas fronteiras da responsabilidade ambiental rural diante do uso do fogo, endurecimento das sanções e o risco real de perda patrimonial.
Entre desafios e soluções, Diogo Fleury analisa o que diferencia e aproxima dois gigantes da pecuária global.
A diminuição da dependência brasileira de fertilizantes norte-americanos tende a atenuar os impactos diretos da tarifa aplicada pelos Estados Unidos.
Mercado em expansão e crescente demanda por café em grãos apresenta oportunidades comerciais para o Brasil.
Entrevista com o engenheiro agrônomo e mestre em Nutrição Animal e Pastagens, Luiz Gustavo Nussio
Canal do Boi
Mercado do boi gordo abre a semana com estabilidade nas praças paulistas
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