307 resultado(s) encontrado(s)!
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
A quarta-feira começa com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atende à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina está firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustenta as cotações.
O mercado está estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. O escoamento para o mercado interno e externo está firme. A oferta de boiadas tem atendido à demanda, mas sem excedentes.
A semana começou com poucos negócios. No entanto, houve melhora nas ofertas e o ritmo de escoamento da carne está bom, típico deste período.
Os preços estão estáveis para todas as categorias. A oferta de boiadas está curta e os negócios estão devagar, com baixo volume, suficiente apenas para repor as escalas de abate, que cobrem em média seis dias.
Ainda há um cenário de indecisão entre os compradores, pois uma parte encontra-se sem preços para adquirir boiadas e, por outro lado, as indústrias que estão nas compras ofertaram valores menores do que as referências aqui descritas.
Apesar das especulações e incertezas momentâneas relacionadas à salvaguarda de importação chinesa, no mercado físico os preços se mantiveram estáveis. Os frigoríficos seguem com as compras, mesmo com a oferta contida.
Apesar da incerteza decorrente do potencial de mudança nas salvaguardas de importação chinesa, o mercado físico manteve-se com preços estáveis. A maioria dos frigoríficos segue mantendo as ordens de compra, dada a oferta ajustada de bovinos.
Normalmente, as segundas-feiras são marcadas por cotações estáveis, com poucos negócios, repetindo a cotação da sexta-feira.
A segunda semana de novembro será marcada por contrastes na distribuição das chuvas entre as regiões do país.
Eficiência, genética e gestão fortalecem a base da pecuária no Norte.
O mercado está pouco ofertado, principalmente de boiadas oriundas de pastagens. A ponta compradora relata bons volumes de bovinos confinados, no entanto, a postura firme dos vendedores, que não negociam abaixo das referências de mercado, tem resultado em uma oferta comedida.
As escalas de abate dos frigoríficos estarão confortáveis até o final do mês, porém, com ofertas mais ajustadas para período, predominantemente, advindos de confinamentos.
O mercado do boi gordo se manteve firme na terceira semana de outubro, sem variações nas cotações do boi comum e da vaca. A cotação da novilha, porém, apresentou valorização de R$3,00/@.
Na última semana, as escalas de abate das indústrias paulistas começaram a encurtar.
Após alta para os preços do boi ontem, hoje o mercado esteve estável, assim como para a cotação da novilha gorda. Já para a cotação da vaca gorda, houve alta de R$2,00/@.
Com as escalas tranquilas e com o fraco escoamento de carne, alguns frigoríficos ficaram fora dos negócios nesta terça-feira. Os que abriram as compras aproveitaram a boa oferta e negociaram abaixo das referências do dia anterior, com exceção da vaca, cuja cotação não mudou.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação diária. A oferta de boiadas está contida e as escalas de abates começaram a encurtar, justificando essa estabilidade.
As chuvas retornam de forma mais abrangente ao Centro-Oeste e Sudeste, aliviam parte da estiagem no Norte e mantêm o padrão no Sul, enquanto o Nordeste segue com volumes concentrados e áreas secas persistentes.
Estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por oferta contida, com queda na produção de sebo e uma demanda aquecida no mercado interno.
As chuvas se espalham pelo país, beneficiando algumas áreas, mas mantendo estiagem em pontos críticos
A estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por queda na produção de sebo e oferta contida de couro.
As cotações fecham a semana estáveis, sem alterações em relação ao dia anterior. A oferta de bovinos tem sido suficiente para que os frigoríficos componham suas escalas, mas sem excedentes.
Em julho, as exportações aquecidas e a alta demanda para o biodiesel sustentaram os preços do sebo. O preço do couro, segue pressionado pelo excesso de oferta e demanda fraca.
Após sete dias úteis de estabilidade nas cotações em São Paulo, o mercado iniciou o dia com alta para o boi gordo e para a vaca gorda. O cenário segue dividido em dois movimentos distintos. De um lado, as indústrias frigoríficas que não conseguiram alongar suas escalas sentiram a retração dos pecuaristas, que reduziram as ofertas de bovinos terminados na expectativa de negociar em patamares mais elevados. De outro, os frigoríficos que já garantiram escalas mais confortáveis optaram por se retirar das compras ou mantiveram firmeza nos preços ofertados.
Exportação dita o ritmo para os coprodutos, onde para o sebo o cenário segue com firmeza e para o couro um momento de estabilidade entre as quedas.
A oferta de boiadas está enxuta, com uma parcela dos pecuaristas à espera de preços melhores para negociar. Este cenário tem feito a cotação da arroba do boi gordo recuperar as perdas recentes. Com isto, as cotações do boi gordo, “boi China” e novilha subiram R$5,00/@, e a cotação da vaca subiu R$3,00/@.
De ontem para hoje, alguns fatores influenciaram o mercado. O primeiro foi que as indústrias paulistas com escalas mais curtas para o mês que se inicia ofertaram mais para colocarem boiadas e alongá-las. O segundo é que a venda de carnes no mercado interno, de olho no abastecimento do varejo para a primeira quinzena do mês, apresentou sinais de melhora e o terceiro foi uma diminuição, em relação aos últimos dias, da oferta de boiadas pelos vendedores.
Previsão climática para a última semana de julho indica chuvas irregulares e de baixos volumes na maior parte do país, com exceções pontuais.
Entrevista com o engenheiro agrônomo,Willian Matté
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
Receba nossos relatórios diários e gratuitos