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No atacado, com os compradores mais cautelosos em seus pedidos, visando não acumular estoques e, considerando que o consumo já desacelerou, os preços recuaram nos últimos sete dias.
As altas foram puxadas, principalmente, por Goiás e Minas Gerais, onde cada categoria valorizou, em média, 1,1%.
O melhoramento genético é uma forma que o pecuarista tem de valorizar seu produto.
O mercado externo deve seguir com a demanda aquecida e também existe a projeção de aumento no consumo no mercado doméstico com a proximidade do final do ano.
Atualmente, na região oeste de Santa Catarina, o boi gordo está cotado, em média, em R$153,50/@, a prazo e livre de Funrural. Alta de 3% em relação ao início do mês.
Em outubro passado, com a venda de um boi gordo de 18@ compravam-se 1,92 bezerros de ano, atualmente compram-se 1,77.
A procura por ovos aumentou. Nesta primeira quinzena do mês foi observada uma maior movimentação nas vendas o que trouxe firmeza ao mercado.
No dia 10 de outubro de 2019, o médico veterinário e consultor de mercado da Scot Consultoria, Hyberville Neto ministrou uma palestra, em Goiânia-GO.
A carcaça teve alta de 1,9% nos preços na última semana sendo negociada atualmente, em média, em R$4,23 por quilo.
Assim, a margem de comercialização deste elo da cadeia recuou mais uma semana e, atualmente, está em 58,6%.
Desde o início do ano, o garrote anelorado teve uma valorização de 9,5%, em janeiro estava cotado em R$1,3 mil, atualmente está cotado em R$1,5 mil.
As chuvas voltando a alguns estados, mesmo não sendo suficiente para mudar muito o cenário de seca que se arrastou nos últimos meses, tem dado mais firmeza ao mercado de reposição.
No fechamento de hoje houve valorizações em cinco praças, queda em duas e estabilidade nas demais para o boi gordo.
O consumo andando de lado e a oferta regulada à demanda mantiveram por mais uma semana os preços do frango estáveis. Nas granjas paulistas o animal terminado segue cotado, em média, em R$3,30 por quil
O maior desafio do pecuarista hoje é enxergar o uso de tecnologia como uma ferramenta importante na sua tomada de decisão.
Em relação ao faturamento, a média da tonelada vendida em setembro foi de U$4,24 mil, 1,6% maior que a média de agosto e 7,4% a mais que setembro de 2018. Esse é maior preço recebido pela tonelada de
Durante setembro, foram exportadas 49,8 mil toneladas de carne suína in natura, alta de 13,2% em relação a agosto último e 3,5% em relação ao mesmo período de 2018.
Em setembro passado, o bezerro de desmama anelorado (6@) estava cotado em R$1,000 mil, e, atualmente está cotado em R$1.340,00, valorização de 31,7%.
Diante desse cenário e as altas no atacado, a margem de comercialização dos açougues e supermercados teve nova queda e atualmente está em 59,1%, o menor patamar desde janeiro deste ano.
Estabilidade na granja e queda no atacado.
A dificuldade de encontrar a matéria-prima está enxugando as programações de abate, principalmente em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará.
Desde o início de setembro, a cotação nas granjas paulistas cedeu 7,3%. Com a caixa com trinta dúzias de ovos comercializada, em média, em R$63,50.
O evento proporcionará um elo entre empresas, produtores e técnicos, onde poderão discutir, debater, não só sobre as tecnologias, mas sobre os problemas do setor.
A aproximação da virada do mês fez com que os varejistas procurassem abastecer seus estoques com mais afinco nesta semana.
A oferta diminuiu frente a uma demanda melhor. As exportações também colaboraram para o cenário de firmeza.
Na média das três praças pesquisadas em Mato Grosso do Sul, a valorização foi de 0,4% na comparação dia a dia. No estado, as escalas de abate atendem, em média, cinco dias.
Em Rondônia a cotação do boi gordo subiu e ficou em R$147,00/@, a prazo e livre de Funrural, alta de R$1,00/@ na comparação com o último levantamento, do dia 20/9.
Com as recentes altas no atacado, a margem de comercialização deste elo da cadeia vem se estreitando, estando atualmente em 60,2%. Essa é a pior margem desde meados de junho.
Nesta semana, no dia 17 de setembro, foi detectado o primeiro surto de Peste Suína Africana na Coreia do Sul, demonstrando a dificuldade de contenção do vírus no continente.
O mercado da carne bovina se mantém sustentado e os preços subiram por mais uma semana.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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