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Distribuição irregular das chuvas marca a semana, com estiagem prolongada no Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste.
A primeira quinzena de agosto marcou a recuperação na cotação da arroba do boi gordo Brasil afora. A exportação, mesmo com a aplicação das tarifas estadunidenses, seguiu firme e há a expectativa de recorde para o mês. O segundo trimestre de 2025 foi o de maior abate de bovinos da história do país, segundo o IBGE.
Com o fim dos eventos que impulsionaram o preço da carne bovina, as vendas perderam ritmo, mas os preços se mantiveram em alta.
Paola Jurca, avaliadora de imóveis da Scot Consultoria, abre o jogo e vai direto ao ponto com Carolina Barretto sobre a importância da avaliação e perícia nos processos de sucessão familiar.
Foram abatidas 10,4 milhões de cabeças sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Desempenho recorde para o trimestre.
O Brasil é o terceiro produtor mundial de sorgo. Segundo a Conab, a produção em 2025 está estimada em 5,6 milhões de toneladas, um aumento de 26,3% frente a 2024.
Mesmo com a confirmação das tarifas norte-americanas à carne bovina brasileira, a exportação, em julho, foi a maior da história para o setor.
Previsão indica chuvas fracas e irregulares na maior parte do país, com destaque para a persistência da seca em áreas do Nordeste e Centro-Oeste; condição que favorece o andamento da colheita, mas limita o desenvolvimento de culturas de inverno e intensifica a perda de vigor das pastagens.
Em julho, as exportações somaram 57,3 mil toneladas, volume 2,5 vezes maior que o registrado no mesmo mês de 2024. O preço médio por tonelada alcançou US$1.127,0, o maior em dois anos.
O mercado do boi gordo seguiu firme e registrou novas valorizações. A oferta de boiadas, que estava confortável, retraiu. Enquanto isso, a demanda ganhou força. A exportação, em julho, registrou o maior volume de carne bovina in natura exportada pelo Brasil em um único mês.
É muito mais barato e prudente você buscar ferramentas de proteção contra queda de preços nos movimentos de alta de preços, do que de baixa.
O Ministério do Comércio da China (MOFCOM) anunciou nesta quarta-feira (6) a prorrogação da investigação de salvaguarda sobre as importações de carne bovina estrangeira. Iniciada em dezembro de 2024, a apuração agora se estenderá por mais três meses, com novo prazo final previsto para o final de novembro deste ano.
Carolina Barretto conversa com os engenheiros agrônomos, Laís Bellodi e Luccas Giannetti, do Sítio Coqueiro, que há quase dois anos tocam um confinamento em família, incluindo como sócio o pai dela.
Na comparação anual, a compra do insumo segue oportuna.
Crescimento da produção brasileira de sorgo, concentração regional, destinação para nutrição animal e análise comparativa de custo-benefício com o milho.
A demanda patinando na ponta final da cadeia e a captação da região Sul crescente foram fatores que colaboraram para o quadro.
Com tempo seco predominando em grande parte do país, chuvas pontuais favorecem o avanço das colheitas e o desenvolvimento do trigo, enquanto as pastagens seguem com baixa disponibilidade de forragem.
Após pressão de baixa em julho, o mercado do boi gordo deu sinais de recuperação no fim do mês e, a dúvida que fica é se o movimento perdurará. Há fundamentos favoráveis e que indicam uma trajetória de preços melhores para o segundo semestre - apesar da confirmação das tarifas norte-americanas à exportação da carne bovina brasileira.
Após pressão de baixa em julho, o mercado do boi gordo deu sinais de recuperação no fim do mês e, a dúvida que fica é se o movimento perdurará.
A cotação da arroba do boi gordo e do bezerro de desmama, em São Paulo, caíram. A intensidade da queda para a cotação do boi gordo, porém, foi maior do que a do bezerro, piorando o poder de compra do recriador em julho, frente a junho.
Apesar de o impacto das tarifas ser ruim para o setor, não era (e não é) o fim do mundo!
Clima de agosto reforça cenário típico de transição entre safras no Brasil.
A engenheira agrônoma e pecuarista, Ilonka Eijsink, conta como entrou na pecuária e de que maneira enxerga as oportunidades oferecidas pela vida para prosperar na atividade.
Mesmo com a queda recente nas cotações, o mercado do boi gordo começa a dar sinais de estabilidade. Segundo Pedro Gonçalves, engenheiro-agrônomo e analista da Scot Consultoria, a arroba encontrou um piso em torno de R$298,00 a R$302,00, e a tendência é de recuperação com a redução da oferta de boiadas e exportações aquecidas, que devem bater recorde histórico em julho.
Apesar de julho ainda não ter terminado, o mês já se consolida como o melhor julho da história. O volume de carne bovina in natura exportado até a quarta semana (23 dias úteis) já supera o total exportado em todo o mês de julho do ano passado.
Em 2024, após um primeiro semestre nebuloso para os criadores de gado, a praça de São Paulo puxou a retomada de preços em todos os estados brasileiros, registrando uma elevação de 27,9%, entre setembro do ano passado e janeiro de 2025. No período, a cotação do boi gordo saltou de R$ 249,27 para R$ 319,36, respectivamente. Desde então, manteve-se acima dos R$ 300,00, mesmo sob oscilações.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Eloir Daltoé
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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