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No parcial de abril, até a terceira semana, a média diária foi de US$1,82 milhão em gastos com as importações de lácteos, frente aos US$2,72 milhões por dia em abril de 2017, ou seja, uma queda de 32,
No mercado externo, o cenário está favorável para o Brasil. A possibilidade de conquistar novos mercados consumidores é concreta
A balança comercial brasileira de lácteos fechou fevereiro com déficit de US$26,55 milhões. O déficit diminuiu 32,9% em relação a igual período do ano passado.
O produtor precisa conhecer a realidade nua e crua da propriedade para ter uma visão clara da parte técnica e financeira.
No parcial de fevereiro, até a terceira semana, a média diária foi de US$1,44 milhão em gastos com as importações de lácteos, frente aos US$3,02 milhões por dia em fevereiro de 2017, ou seja, queda de
Demanda interna e externa por carne suína está ruim, com isso, preços acumulam desvalorização desde o início do ano.
A balança comercial brasileira de lácteos terminou 2017 com déficit de US$443,27 milhões. O déficit diminuiu 8,5% em relação a 2016.
Segundo dados do MDIC, a média diária exportada na primeira semana de janeiro de 2018 foi de 15,5 mil toneladas, aumento de 4,9% em relação ao embarcado diariamente em janeiro do ano passado.
A balança comercial brasileira de lácteos ficou negativa em outubro, com déficit de US$21,98 milhões, porém, menor que os US$41,83 milhões em outubro de 2016.
Em volume, as importações brasileiras aumentaram 1,4% na comparação mensal, entretanto, foram 55,8% menores que em novembro do ano passado.
As exportações de carne de frango in natura pelo Brasil em novembro totalizaram 297,7 mil toneladas, com faturamento total de US$492,5 milhões.
No parcial de outubro, até a terceira semana, a média diária foi de US$1,46 milhão em gastos com as importações de lácteos, frente aos US$2,82 milhões por dia em outubro do ano passado, queda de 48,2%
Confira a entrevista com Paulo do Carmo Martins, economista pela UFJF, doutor em Economia Aplicada pela Esalq/USP e pesquisador da Embrapa Gado de Leite.
As altas de preços no mercado internacional e o aumento da produção nacional (e quedas nos preços no mercado interno), associados à demanda interna fraca explicam esta redução na importação.
No acumulado de janeiro a agosto de 2017, o volume importado foi 16,6% menor na comparação com igual período do ano passado.
No acumulado do ano, o volume importado em 2017 ficou 16,6% menor na comparação com igual período do ano passado.
A demanda interna patinando e as quedas de preços dos lácteos no mercado interno e patamar mais alto de preços no mercado internacional (comparativamente com 2016) deverão reduzir os volumes importado
As vantagens, de parte a parte, são incontestáveis, mas ainda há dificuldade em se juntar os diferentes atores deste espetáculo campeão de eficiência chamado de sistema integrado.
A linha tênue entre eficiência reprodutiva e o retorno econômico da fazenda
Na comparação com igual período do ano passado, o volume e o faturamento referentes às exportações brasileiras reduziram 37,7% e 49,0%, respectivamente.
O produtor se esquece de que a alavanca da produção está nos custos variáveis, ou seja, aumentar o trato, investir em sêmen diferenciado, ou priorizar um medicamento mais completo para controle de um
A balança comercial brasileira de lácteos ficou negativa em junho, com déficit de US$46,44 milhões. No acumulado do ano (janeiro a junho) o déficit é de pouco menos de US$270,00 milhões.
Após fechamento do primeiro semestre em queda, tanto para volume como para faturamento de carne bovina in natura exportada pelo Brasil, o segundo semestre pode começar com bons resultados.
As exportações de lácteos pelo Brasil, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, totalizaram US$14,00 milhões em junho. Na comparação com o mês anterior, o faturamento teve fort
Os aumentos nas importações estão ligados aos patamares de preços mais baixos no mercado internacional.
Um problema que influenciou o presente e pode também influenciar o futuro do mercado de carnes brasileiras.
Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em junho, até a quarta semana (16 dias úteis), o Brasil exportou 38,2 mil toneladas de carne suína in natura.
Da parte do governo, ministro Blairo Maggi sugere que motivação para a medida pode ter ido além da questão sanitária.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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