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O recebimento dos salários pela população, junto ao Dia das Mães, elevou a demanda, trazendo firmeza ao mercado.
O mercado do boi gordo iniciou maio pressionado pela maior oferta de bovinos com o avançar do outono e pela demanda interna mais fraca do que o esperado no Dia das Mães. Das 32 praças acompanhadas pela Scot Consultoria, 27 registraram queda na arroba, incluindo São Paulo, onde os preços giram entre R$313,00 e R$317,00. As escalas das indústrias estão confortáveis (9 a 10 dias), e o consumo interno enfraquecido contribui para a pressão de baixa, que deve continuar ao longo da segunda quinzena do mês.
Apesar das expectativas positivas para o consumo interno no início de maio, impulsionadas pelo feriado do Dia do Trabalho e o Dia das Mães, as vendas de carne bovina decepcionaram. De acordo com a zootecnista Juliana Pila, analista da Scot Consultoria, o menor apetite do consumidor, diante do cenário econômico e da perda de competitividade da carne bovina frente às proteínas concorrentes, como frango e suíno, resultou em um desempenho abaixo do esperado. A tendência para a segunda quinzena do mês é de vendas ainda mais tímidas.
O mercado do boi gordo começou maio com preços estáveis, mas ainda sem força para reagir. Em São Paulo, a arroba do boi tipo China gira em torno de R$318, enquanto os frigoríficos alongam as escalas e compram com mais cautela. Nem mesmo o Dia das Mães trouxe um impulso no consumo interno, e a oferta segue firme com o aumento no abate de vacas e novilhas, o que ajuda a segurar os preços pagos ao produtor neste fim de safra.
Mesmo com maior oferta de boiadas, a cotação da arroba seguiu estável em São Paulo, em torno de R$318,00, segundo a Scot Consultoria. O cenário é sustentado pela força das exportações - que em abril bateram recorde para o mês, com destaque para China e Estados Unidos - e pela expectativa de aumento no consumo interno com o Dia das Mães. Frigoríficos com menor estoque chegaram a pagar acima da média para garantir escala.
O mercado começou maio conforme esperado, com pressão de baixa sobre as cotações. Nem mesmo a semana de recebimento dos salários e que antecede o final de semana do Dias Mães foi suficiente para gerar movimentações positivas nos preços.
Com parte da indústria frigorífica já abastecida, fora das compras e a demanda por carne bovina tendo sido atendida pela oferta, os preços em São Paulo mantiveram-se estáveis. Todavia, havia receio de recuo nos preços após o Dia das Mães, o que levou os compradores a evitarem alongar suas escalas.
O mercado do boi gordo tem enfrentado pressão nos preços desde a última semana, com a arroba recuando de R$325-R$330 para cerca de R$318 em São Paulo. A expectativa para a primeira quinzena de maio, impulsionada pelo consumo mais aquecido com o recebimento de salários e o Dia das Mães, é de uma certa estabilidade, mas a segunda metade do mês deve registrar cotações mais pressionadas, entre R$312 e R$315.
Embora as ofertas de bovinos sejam satisfatórias, uma parcela dos compradores sem estoque pagou os preços praticados para recomporem os estoques e atenderem a demanda durante o dia das mães. Por outro lado, indústrias estocadas pressionaram o mercado para baixo.
O mercado do boi gordo começou maio em ritmo mais estável, após semanas de pressão sobre os preços. A primeira quinzena costuma ter um consumo melhor, favorecido agora também pela proximidade do Dia das Mães - segunda melhor data para o escoamento de carne. A oferta, no entanto, começa a ganhar força com a saída de animais de pastagem e os primeiros lotes de confinamento, o que pode pressionar ainda mais os preços na segunda metade do mês.
Apesar da cautela da indústria, que segue avaliando o desempenho das vendas no final de semana prolongado, a proximidade da virada de mês, aliada a mais um feriado e ao Dia das Mães - no primeiro decêndio de maio - mantém uma expectativa positiva para o mercado do boi gordo.
Carne suína - O volume de negócios até meados de maio foi maior devido ao Dia das Mães. No entanto, esse estímulo perdeu força.
Após a apuração das vendas do Dia das Mães, o resultado não foi suficiente para uma reação positiva no mercado. Além disso, a elevação da temperatura e a ausência de chuvas, na maior parte das regiões
Preços estáveis após o Dia das Mães. O mercado estava bem ofertado e as escalas de abate atenderam, em média, 13 dias.
Mesmo com a proximidade da comemoração do Dia das Mães e o pagamento de salários nesta semana, o mercado está pressionado.
A alta oferta de bovinos refletiu na queda da cotação em R$5,00 para todas as categorias nesta quarta-feira (31/5), em São Paulo. Passado o feriado de Dia das Mães (14/5), o atacado de carne com osso
Os preços na semana que antecedeu o Dia das Mães foram de estabilidade. E com essa estabilidade estão as cotações apregoadas na praça pecuária de São Paulo nesta segunda-feira (15/5), como é comum.
Consumo doméstico comedido, mesmo com a comemoração do Dia das Mães, e dificuldade de escoamento após forte valorização em abril, levou a estoques maiores, enfraquecendo os negócios nos últimos dias.
Mercado do boi gordo de olho nas exportações e no desempenho de vendas de carne bovina no final de semana do Dia das Mães. No caso do milho, o clima tem mantido os preços sustentados.
O feriado do dia 1o. de maio e o Dia das Mães são positivos para consumo interno de carne bovina, mas do lado da oferta de animais terminados para abate a tendência é de aumento. Com relação ao milho,
No dia das mães um texto especial para as mulheres, que têm conquistado seu sucesso por competência, união e especialmente por coragem.
Para esta primeira parte do mês as atenções estão voltadas para a provável melhoria da demanda em função do recebimento dos salários e também do Dia das Mães, período positivo para o consumo de carne.
Apesar do período do mês e da proximidade do Dia das Mães o mercado não apresentou incremento nas vendas o suficiente para gerar alterações nos preços.
Para o curto prazo, a expectativa é de melhoria no escoamento de carne com começo de mês e Dia das Mães, mas a oferta de boiadas deve manter o cenário de pressão de baixa.
Com escalas de uma semana, e sem necessidade de recomposição imediata dos estoques, frigoríficos em SP devem pressionar cotações da arroba
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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