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No Encontro de Confinamento e Recriadores 2025, além de debates técnicos, o olhar também se voltou para um ponto essencial: a liderança nas fazendas.
O Brasil deve se beneficiar neste momento de guerra comercial entre os EUA e a China. A demanda internacional tende a aumentar no segundo semestre, mesmo diante de um cenário volátil. Espera-se também a abertura de um novo mercado para as exportações brasileiras de carne, com o Japão, ainda em 2025, o que contribuirá para melhorar o panorama do setor. Sobre o assunto, Gustavo D’Angelo conversou com o analista da Scot Consultoria, Pedro Gonçalves. Acompanhe.
Poucos negócios foram realizados na segunda-feira. Os compradores aguardaram o resultado das vendas do fim de semana, alguns seguem fora do mercado. Nesse sentido, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias.
Analistas da Scot Consultoria destacam que, embora as cotações estejam em elevação, o alto volume de fêmeas nos abates indica que o ciclo pecuário ainda não entrou em nova fase.
A redução da oferta nas praças paulistas refletiu em dificuldade para completar a escala. Com isso, o preço do "boi China" e o da novilha subiu R$2,00/@. Para as demais categorias, a cotação não mudou.
A oferta de machos estava contida, enquanto o volume de fêmeas superava o de bois, o que contribuía para sustentar os preços na categoria. Desta forma, a cotação do boi gordo e do "boi China" subiu R$1,00/@, a da vaca e a da novilha se manteve estável.
Para consultoria, solução para tornar o produto mais barato é o estímulo à cadeia nacional.
A importação brasileira de adubos e fertilizantes ganhou destaque em meio às incertezas do mercado global.
O secretário de Comércio e Relações Internacionais do MAPA abordou as exportações de carne bovina, as tarifas internacionais e a posição do Brasil como promotor da "geopolítica da paz" no contexto atual das relações comerciais.
Analistas abordaram perspectivas da carne bovina, destacando importações, exportações, consumo interno e preços.
Durante a abertura do ECR 2025, especialistas da Scot Consultoria reforçam a importância da eficiência na cria para garantir a sustentabilidade e competitividade da pecuária brasileira.
A continuidade de um cenário de oferta enxuta, que não atende à demanda, resultou em um aumento de R$2,00/@ para a cotação do boi comum e o "boi China" pelo segundo dia consecutivo. O preço da vaca seguiu a mesma tendência e registrou alta de R$2,00/@, após três dias de estabilidade. Para as novilhas, a cotação não mudou.
Um espaço rico em debates, troca de experiências e conhecimento técnico de alto nível. Confira um resumo desse dia que foi, sem dúvidas, memorável!
Segundo analistas de mercado, apesar de elevação nas cotações do boi gordo, boi magro, a participação elevada ainda de fêmeas nos abates sinaliza que o ciclo pecuário ainda não virou.
Na última sexta-feira (4/4), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os dados sobre a exportação brasileira em março, confirmando a expectativa de recorde para o volume embarcado para o mês. Foram embarcadas 215,4 mil toneladas de carne bovina in natura – o maior volume para um mês de março na nossa história – volume 29,6% superior ao que embarcamos em março de 2023 (166,3 mil toneladas).
Em função de uma oferta restrita, a cotação do boi comum e do "boi China" subiu R$2,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis.
O cenário ainda não está claro, mas há a possibilidade de uma parte maior da produção brasileira de café ser exportada para os Estados Unidos.
Encontro de Confinamento e Recriadores da Scot Consultoria acontece de 8 a 11 de abril em Ribeirão Preto e Barretos!
As commodities, o dólar e a safra (entende-se, a produção agrícola), desempenham papéis importantes no agronegócio brasileiro e na própria economia do país. O agronegócio brasileiro é sensível a esses três fatores, e o equilíbrio entre eles define a saúde econômica do setor.
Na última sexta-feira (4/4), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os dados sobre a exportação brasileira em março, confirmando a expectativa de recorde para o volume embarcado para o mês. Foram embarcadas 215,4 mil toneladas de carne bovina in natura - o maior volume para um mês de março na nossa história - volume 29,6% superior ao que embarcamos em março de 2023 (166,3 mil toneladas).
Poucos negócios realizados no começo dessa semana. As cotações permaneceram estáveis para todas as categorias.
Chuvas abaixo da média marcam o início de abril no Nordeste e Centro-Oeste. No Norte, volumes elevados persistem, enquanto Sudeste e Sul ficam dentro da normalidade.
O mercado do boi gordo iniciou abril com preços firmes. No mercado internacional boas notícias com a reabertura do Vietnã a carne brasileira e atenção aos desdobramentos das tarifas norte americanas.
As ofertas de gado para compra ainda seguiram diminutas, porém, com menos negócios no fechamento da semana. Parte dos compradores estão com as escalas de abate já compostas até o início da próxima semana. Desta forma, não houve alteração nos preços em nenhuma categoria.
A exportação de carne do Brasil aos EUA pode ser o setor mais afetado, no entanto, ainda é necessário entender como as tarifas serão aplicadas.
A oferta diminuiu em função da expectativa de preços mais altos. Nesse sentido, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@. Para as fêmeas, a cotação da vaca subiu R$2,00/@ e, para a novilha, preços estáveis.
Em janeiro a produção de fertilizantes foi maior no Brasil, porém a entrega foi de relativa estabilidade.
Mercado de carne bovina brasileira conquista mais um mercado este ano. Mercado vietnamita é crescente e deve trazer um volume exportado de 1,0% a 1,5% maior para o Brasil em 2025.
A oferta cresceu, porém, não o suficiente para segurar os preços das fêmeas. O acréscimo foi de R$2,00/@ para a vaca e de R$5,00/0 para a novilha.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
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