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Com a desova de final de safra, recriadores e invernistas aumentaram a procura por reposição para fazer a troca.
As usinas de etanol de milho brasileiras sofrem com a queda na demanda do biocombustível devido às medidas de restrições de circulação em função do coronavírus.
Com as pastagens perdendo “força”, há maior concentração de vendas do boi gordo, o que caracteriza a desova de final de safra, consequentemente, os pecuaristas saem às compras para repor o rebanho.
Os custos perderam força em abril. Apesar da alta nos preços dos fertilizantes e suplementos minerais, pelo dólar valorizado, o recuo nas cotações dos alimentos concentrados, com foco no milho, e dos
As programações de abate estão um pouco menores, mas os frigoríficos seguem os testes de valores menores.
Vale a ressalva que a lentidão de negócios em função do cenário pressionado e incerto no boi gordo é a tônica geral do mercado de reposição neste momento.
Receosos quanto ao cenário do boi gordo, recriadores/invernistas não estão negociando animais para reposição e as referências seguem praticamente sem alterações.
No caso da carne suína in natura, o país exportou 180,7 mil toneladas no acumulado do primeiro trimestre deste ano, crescimento de 33,7% frente ao volume exportado no mesmo período de 2019. O faturame
Nas granjas de São Paulo, a ave terminada teve queda de R$0,10 por quilo, ou 3,3%, nos últimos sete dias, estando cotada, em média, em R$2,90 por quilo.
Os preços vigentes são os menores registrados este ano, tanto na granja como no atacado. A redução nas cotações desde o início do ano foi de 27,5% e 33,7% na granja e no atacado, respectivamente.
Em São Paulo, as indústrias andaram com as escalas de abate e as programações atendem entre cinco e seis dias. Convém informar que o abate está aquém da capacidade diária.
Lições apreendidas neste momento de pandemia e colocada no contexto do ambiente rural.
Com as pastagens ainda verdes e com a possibilidade de ainda poderem reter a boiada no pasto, os recriadores optam em aguardar um cenário mais claro para então voltar aos negócios.
Após uma semana com melhoria do volume de negócios, resultando no avanço das programações de abate, boa parte das indústrias saiu das compras na última sexta-feira (3/4).
Com essa alta, a oferta melhorou, embora não muito. Com isso, os frigoríficos conseguiram alongar as escalas de abate e, com o avanço das programações e a incerteza de como o consumo se comportará, os
A oferta restrita de animais na maior parte do estado tem resultado em valorizações contínuas nas categorias de reposição.
Após a euforia causada pelo início do período de isolamento social como medida necessária para contenção da propagação do Covid-19, no qual a população foi mais ativamente as compras a fim de “estocar
O momento demanda cuidado e o monitoramento do mercado, que já era contínuo, precisa ser acompanhado cada vez mais de perto.
Compradores retraídos.
“Inovação Normativa” permite a aquisição da propriedade de forma condominial e permite criar possibilidades de utilização de imóveis rurais.
Em São Paulo, o cenário é de negociações ainda difíceis, tendo em vista que a ofertas de compra, com preços drasticamente menores afastou boa parte dos pecuaristas dos balcões de negócios.
As fortes valorizações que vínhamos acompanhando nas cotações dos bovinos de reposição desde o final de 2019 foram interrompidas na última semana.
Negócios praticamente inexistentes.
A cotação do boi gordo na praça paulista caiu 5% na comparação com os negócios fechados em 13 de março, último dia de volume representativo de transações, ou R$8,00/@. As ofertas de compra com negócio
Levando em conta as orientações das Organizações de Saúde (nacionais e internacionais), nesse contexto delicado que vivemos em razão da pandemia causada pelo coronavírus COVID-19, decidimos adiar o En
Alguns frigoríficos suspenderam as operações em algumas unidades por meio de férias coletivas, e outros que estavam em compasso de espera, em função das consequências no consumo de carne bovina no mer
Entrevista com a gerente de relações internacionais na União Nacional do Etanol de Milho (UNEM)., Andréa Veríssimo
Notícias Agrícolas
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