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Maior comercialização por parte dos vendedores e retração dos compradores causaram o movimento.
Combinação de Chicago, prêmios e dólar contribuíram para o cenário.
Os ajustes foram leves, mas refletiram as expectativas da companhia para a safra brasileira.
O boletim mensal do órgão norte-americano trouxe mudanças apenas nos números brasileiros do milho.
Cotação da oleaginosa apresentou pouca valorização em novembro, mas atingiu a máxima no ano.
O relatório trouxe ajustes para a safra norte-americana, enquanto, para o Brasil, quase nada mudou.
Os asiáticos, supostamente, teriam comprado três navios de soja dos Estados Unidos.
Perspectiva de boa produção na Argentina tem sido um dos fatores que tem pressionado a cotação.
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