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Volume de soja destinada ao esmagamento, estimativa para a safra 2025/26** em milhões de toneladas e cotações médias anuais do farelo de soja* (R$/t).
Na comparação feita semana a semana, a cotação subiu para todas as categorias.
Redução na oferta de sebo bovino, combinada à demanda fraca do setor de biodiesel manteve os preços estáveis. Para o couro, apesar da menor oferta, as cotações estão sem mudanças.
A demanda lenta do biodiesel mesmo, com a retomada das exportações, mantém o mercado de sebo com preços equilibrados. Para o couro, exportações mais fracas e oferta ainda confortável mantêm o mercado travado, com preços estáveis.
A retomada das exportações de sebo bovino, após meses em baixa, aliada à demanda por biodiesel, sustenta os preços. Já para o couro, a oferta permanece ampla, mesmo com a redução nos abates, mantendo as cotações estáveis.
Demanda lenta no mercado interno direcionou o preço do sebo. Para o couro, apesar da estimativa de oferta menor, a demanda lenta imperou. Caminhos opostos marcaram a exportação.
Preço do sebo pressionado e do couro estável para semana.
Preço do couro e do sebo estável na semana.
Alta do milho, safra abundante, prêmios firmes para a soja e avanço do etanol de milho criam um novo ambiente competitivo que deve influenciar custos e estratégias no próximo ano.
Com produção recorde e participação crescente na fabricação de biodiesel, o sebo ganha destaque na produção de biodiesel.
Entrevista com o presidente da ABIEC, Roberto Perosa
Canal do Boi
Margem do confinamento é favorável para o mercado do boi gordo
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