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A primeira semana de setembro tem sido de fortes incrementos nas cotações.
O primeiro dia útil da semana começou aquecido com as indústrias ativas, ofertando preços maiores para a compra de boiadas.
Com a retomada gradual da economia, a demanda por sebo bovino na produção de biodiesel segue aumentando.
A curva de preços futuros vinha refletindo um cenário bem pessimista desde a eclosão do coronavírus em março, quando os preços despencaram e desde então nunca mais apresentaram ágio frente ao mercado
Mercado atacadista de carne sem osso fecha mais uma semana em alta.
Destaque para o bezerro desmama (6@), que registrou valorização de 52,8% desde o início do ano, acumulando alta de 63,0% em doze meses.
Bezerra de desmama valorizou 50,5% desde o início do ano.
A questão é que a alta do dólar não impacta apenas o boi gordo, mas também todos os itens do seu custo de produção, principalmente na alimentação.
A demanda pela gordura animal para o setor de higiene e limpeza contribui para alta dos preços no mercado de sebo.
Para o curto prazo, mesmo com a demanda mais frouxa, a disponibilidade de animais prontos para o abate deve continuar sustentando os preços firmes no atacado da carne bovina.
A procura por fêmeas para investimento na cria segue puxando as cotações do mercado de reposição, com alta de 2,8%, considerando a média de todas as categorias e estados monitorados, frente a 1,5% da
Quem não tem relação com a pecuária e olha o gráfico com a alta dos preços do boi gordo pode ter a impressão de que este está sendo um ano espetacular para os confinadores. Nada mais longe da verdade.
Dificuldade em ganhar ritmo.
O mercado atacadista ganhou mais força.
Investimento na cria.
Com esse desincentivo ao confinamento ainda presente, faz sentido seguir apostando num aumento de oferta e numa possível queda de preços à frente?
Oferta limitada sustenta as cotações.
Alta de 33,8% desde o início do ano.
Preços firmes e em alta.
Como fica evidente da figura, ainda estamos em patamares bastante abaixo do que se praticou nos últimos anos e abaixo inclusive da média histórica do período.
Preços estáveis.
Oferta restrita.
Valorização de 8,2% ao longo do mês.
Os preços da arroba do boi gordo, estão firmes e subindo.
Essa tem tudo para continuar
Mais uma semana de valorizações.
Em jul/19, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,81 bezerro de ano, atualmente compra-se 1,58. Piora 12,7% no poder de compra do recriador/invernista.
Oferta comedida.
A reclamação do pecuarista tem razão de ser e fica bastante evidente ao se analisar o ágio dos preços do bezerro sobre o boi gordo.
Mercado do sebo em alta.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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