1622 resultado(s) encontrado(s)!
As previsões meteorológicas indicam um cenário favorável para o agronegócio, especialmente para a pecuária, pois a formação de nuvens carregadas contribui para aumentar a umidade do solo.
Com a forte alta da cotação da arroba do boi gordo neste semestre e o intenso descarte de matrizes entre 2023 e 2024, os preços da reposição também têm subido - e deverão seguir firmes em 2025. Mas, muitos pecuaristas têm nos perguntado: até quanto pagar?
A safra brasileira de grãos é um pilar fundamental para a agricultura global, com expectativas de crescimento impulsionada pela alta demanda global e pela inovação tecnológica no campo.
De acordo com os resultados das Pesquisas Trimestrais da Pecuária, divulgadas pelo IBGE, o número de abates cresceu 3,7% no terceiro trimestre, em comparação ao segundo.
A pressão de alta continua firme nas praças pecuárias paulistas. O dia começou com ajustes positivos para todas as categorias de bovinos, com aumento de R$3,00/@ para o boi gordo, R$5,00/@ para a vaca e R$10,00/@ para a novilha. As ofertas de compra estão em R$240,00/@, R$315,00/@ e R$330/@, respectivamente.
Analista de mercado abordará a virada de fase no ciclo pecuário de preços e trará análise sobre a demanda por carne bovina, tanto para exportação quanto para o mercado interno.
A cotação das praças paulistas indica a manutenção de um cenário de altas consecutivas no mercado do boi gordo.
Relacionamento comercial entre os EUA e a China, desenvolvimento da semeadura da soja no Brasil e condições climáticas.
Apesar de alguns frigoríficos ainda estarem fora das compras, o mercado abriu o dia registrando alta para todas as categorias. As escalas de abate estão, em média, para quatro a seis dias.
A expectativa de melhora nas vendas, com o pagamento do salário, pode ser impactada pelo repasse dos aumentos da arroba do boi gordo para a carne.
Desde o término de outubro, a valorização nos preços na granja e no atacado foi de 3,4% e 5,1%, respectivamente.
Outubro foi o primeiro mês de 2024 que não superou o mesmo período em 2023, para volume.
De janeiro a agosto de 2024, as entregas totalizaram 28,0 milhões de toneladas – 2,0% menos que o acumulado em 2023.
A valorização do bezerro e boi magro foi um ponto observado em 2024.
O recém-eleito presidente Donald Trump, o 45°, promete ser protecionista com os produtos agropecuários, porém não deve ser o bastante para comprometer a importação da carne bovina brasileira.
Com muitas indústrias avaliando o desempenho das vendas de carne bovina no fim de semana, os compradores abriram a semana com os mesmos preços da sexta-feira (8/11). Houve negócios pontuais na tarde de sexta-feira para o "boi China" em R$340,00/@, a referência, porém, ainda não está consolidada no mercado.
No mercado do boi gordo, os preços seguiram firmes, com altas no encerramento da semana. Na reposição, os preços também estão firmes, mas com movimentos de menor intensidade frente aos registrados no mercado do boi gordo. No mercado de grãos, destacamos o mercado de milho, que chegou ao maior patamar de preços em 2024 e tem a perspectiva de preços firmes no curto e médio prazos.
Com ofertas restritas, o mercado iniciou o dia com alta nas cotações. O preço do "boi China" e do boi gordo subiu R$5,00/@, e a cotação da vaca e a da novilha foi de R$2,00/@.
O mercado de genética na pecuária de corte segue em evolução, com tecnologias como genômica e inseminação artificial trazendo ganhos em produtividade, qualidade e sustentabilidade. Até o fim de 2024, as expectativas são de crescimento na adoção dessas ino
O viés de alta segue predominantemente no mercado do boi gordo nesta primeira quinzena de novembro nas praças paulistas. Após a alta registrada ontem para o "boi China" e para o boi interno, hoje, a cotação do boi gordo subiu R$5,00/@, e as fêmeas acompanhou está tendência, apresentando alta de R$3,00/@.
Produtores rurais que adotam práticas agropecuárias consideradas sustentáveis serão os mais beneficiados no Plano Safra 2024/2025.
As praças paulistas iniciaram o dia com um ajuste positivo de R$5,00/@ do boi gordo e do "boi China". A oferta contida tem dificultado o alongamento das escalas de abate, que permanecem, em média, de cinco dias.
A alta de preços recente - desde agosto de 2024 - no mercado do boi gordo ainda não refletiu ao consumidor brasileiro.
O sorgo alcançou preços entre R$75,00 e R$80,00 por saca em 2024, destacando-se na exportação de 2,1 milhões de toneladas. É uma alternativa econômica ao milho.
Em 2023, a exportação brasileira de DDG/DDGs (grãos secos de destilaria) chegou a 628,8 mil toneladas, crescimento de 92,9% em relação ao ano anterior. A exportação em 2023 representou 12,7% da produção estimada pela Scot Consultoria, de 4,9 milhões de toneladas. Em 2024, os embarques de DDG até setembro, acumulam 553,4 mil toneladas, 13,3% mais que o acumulado para o mesmo período em 2023.
O mercado está estável para o boi gordo e para a vaca, com frigoríficos ainda fora das compras. No entanto, devido à oferta limitada, especialmente para as fêmeas, o mercado abriu o dia ofertando R$2,00/@ a mais para a novilha.
O ciclo pecuário é ditado pela oferta de fêmeas para o abate, que, por sua vez interfere no mercado de bezerros.
O mercado de carne bovina segue em alta, com valorização nos cortes com e sem osso, puxados pela demanda firme e oferta restrita. No varejo, São Paulo e Paraná lideram as elevações, apesar da resistência do consumidor.
Entrevista com a gerente de relações internacionais na União Nacional do Etanol de Milho (UNEM)., Andréa Veríssimo
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
Receba nossos relatórios diários e gratuitos