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Para o pagamento a ser realizado em novembro/20, referente a produção entregue em outubro/20, o viés de baixa ganha força, sendo que 53% dos laticínios pesquisados pela Scot Consultoria estão apontand
As quedas no mercado spot indicam uma menor concorrência entre as indústrias diante das expectativas de aumentos na produção e incertezas com relação à demanda.
A semana mais enxuta devido ao feriado, associada às escalas de abate curtas na maioria das praças pecuárias e, principalmente, a oferta restrita de boiadas, têm sustentado os preços.
A associação entre falta de oferta e estoques baixos pressionaram os preços da carne bovina para cima na última semana de outubro.
Segundo levantamento da Scot Consultoria os preços do couro verde de primeira linha no Brasil Central avançaram 6,7% na última semana no mês. No Rio Grande do Sul, o couro verde comum avançou 5,9% no
A falta de animais terminados associada a escalas de abate curtas e à demanda internacional aquecida vêm pressionando significativamente as cotações.
No acumulado dos últimos doze meses, os preços dos animais para reposição no estado subiram 74,6%, considerando a média de todas as categorias pesquisadas pela Scot Consultoria.
Demanda aquecida e oferta restrita.
Com escalas curtas e com a virada do mês, as indústrias frigoríficas paulistas abriram a última quarta-feira (28/10) pagando mais pelo boi gordo.
A concorrência pelo sebo entre os setores de higiene e biodiesel ainda é acirrada, porém, as empresas de ambos os setores estão mais cautelosas na hora de negociar a matéria-prima.
Câmbio em alta, demanda interna aquecida e baixa disponibilidade de farelo de soja puxaram os preços para cima no mercado interno em 2020.
Já o preço do boi gordo destinado ao mercado interno ficou estável na última segunda-feira (26/10) na comparação ao fechamento da última sexta-feira (23/10), em R$268,00/@, preço bruto e à vista.
Considerando a média de todas as categorias de machos e fêmeas anelorados as cotações fecharam em alta de 1,3% nos últimos sete dias e 4,1% desde o início do mês. Também considerando todas as categori
O preço do boi destinado ao mercado interno está estável em comparação ao fechamento da última sexta-feira (23/10), em R$268,00/@, preço bruto e à vista.
O destaque vai para a ponta de agulha que subiu 5,5% na semana passada. O quilo ficou cotado em R$14,50/kg, segundo levantamento da Scot Consultoria.
Preço pago pelo suíno terminado nas granjas paulistas sobe R$10,00 e está coado em R$170,00/@, no comparativo anual, preço é 70,0% maior. As exportações firmes, com destaque à China, e a boa demanda n
Nas praças paulistas, após a alta de R$5,00/@ ao longo da semana, o preço do boi para o mercado interno está estável na comparação dia a dia, em R$268,00/@, preço bruto e à vista, R$267,50/@, livre de
O pequeno volume de boiadas ofertadas continua sendo o fator para que negócios com preços maiores aconteçam.
Em São Paulo, o pequeno volume de animais ofertados foi o fator que estimulou negócios em até R$270,00/@, preço bruto e à vista no boi padrão China.
Cenário para o boi gordo segue positivo e preços futuros apontam para continuidade do movimento de valorização. Pecuarista deve ficar atento para aproveitar as oportunidades.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, o boi gordo para o mercado interno permaneceu cotado em R$265,00/@, considerando o preço bruto e a prazo, R$264,50/@, com desconto do Senar e R$261,00/@ com d
Câmbio valorizado, demanda interna e exportações aquecidas dão sustentação às cotações em reais. Atenção a suspensão temporária da Tarifa Externa Comum (TEC) para que o Brasil importe milho e soja de
Dentre a peças pesquisadas pela Scot Consultoria, o destaque foi para o dianteiro 1x1, que depois de alguns recuos nos últimos quinze dias, subiu 3,3% e ficou cotado em R$14,00/kg.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, a tonelada do farelo de algodão 28% de PB ficou cotada, em média, em R$1.298,11 em São Paulo, sem o frete. Houve alta de 8,7% na comparação mensal e, na compa
Apesar da estabilidade para os machos, a cotação da vaca gorda subiu R$3,00/@, frente ao dia anterior (13/10) e ficou em R$247,00/@, preço bruto e a prazo.
O preço da farelo de algodão 28 subiu 8,7% na comparação mensal e, em relação a outubro do ano passado, o insumo está custando 63,7% mais este ano.
A tonelada está custando U$2.181,40.
Entrevista com o zootecnista e coordenador da inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri
Estadão
Bezerro em alta: oportunidade de compra acaba em agosto?
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