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Na última semana, os preços nas granjas ficaram estáveis; já no atacado, recuaram.
Em São Paulo, mercado ficou cadenciado. No Rio Grande do Sul, cenário foi de firmeza nas cotações.
Alta acima dos concorrentes reduziu a competitividade da carne suína.
Apesar da melhora nos preços na semana, mercado já começa a perder firmeza.
Otimismo com safra sul-americana de soja tem feito os preços oscilarem.
Desequilíbrio entre oferta e demanda faz cotação do suíno cair na granja e no atacado.
Para 2025, o mercado de reposição, deve apresentar preços mais elevados.
Com recorde de abate – e de produção de carne bovina – a demanda foi destaque em 2024.
A diminuição da oferta combinada com o aumento da demanda impulsionou os preços no segundo semestre.
Em dezembro, os embarques seguem firmes, sustentando os preços no mercado interno
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