Poucos negócios e frigoríficos comprando apenas o necessário para manter escalas.
Foto: Scot Consultoria
Após a alta da cotação da novilha no dia anterior (4/11), o mercado abriu a quinta-feira com poucos negócios e, na comparação feita dia a dia, preços estáveis para todas as categorias.
Segundo dados parciais do Serviço de Inspeção Federal (SIF), atualizados até 5/11, a participação de fêmeas no abate de outubro estava em 27,2%, o que justificava a oferta curta da categoria e a firmeza na cotação das fêmeas.
A oferta de boiadas estava enxuta, com a ponta vendedora segurando os lotes em busca de melhores preços. Apesar disso, as negociações seguiram, de modo geral, sendo realizadas dentro das referências.
Do lado da indústria, as compras se limitavam ao necessário para manter as escalas de abate, que atendiam, em média, a cinco dias.
Houve negócios pontuais acima das cotações indicadas, mas sem volume suficiente para se tornarem referência de mercado.
Na comparação feita dia a dia, considerando as duas praças pecuárias, a cotação do boi gordo e a do “boi China” subiu R$2,00/@, e a da novilha, R$3,00/@. Para a vaca, houve estabilidade.
A oferta de boiadas estava curta e a demanda por parte dos frigoríficos estava aquecida, o que sustentou a alta.
As escalas de abate atendiam, em média, entre três e sete dias.
Na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo subiu R$5,00/@, e a da novilha, R$3,00/@. Para a vaca, estabilidade.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 5/11/2026.
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