Oferta controlada sustenta altas, mesmo com a demanda de carne menos aquecida.
Foto: Scot Consultoria
Mesmo com o arrefecimento da demanda por carne na segunda quinzena do mês, a oferta enxuta de gado sustentava o mercado. Os pecuaristas mantinham o ritmo de venda ajustado às necessidades de caixa, limitando a disponibilidade de bovinos terminados.
Para as fêmeas, a oferta era ainda menor que a dos machos, o que contribuía para a alta nas cotações e para a redução do ágio entre as categorias.
Do lado comprador, a postura era de cautela nas negociações, com foco no controle dos estoques. Ainda assim, os frigoríficos que queriam manter escalas confortáveis pagavam o que era pedido.
Nesse cenário, na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo e do “boi China” registrou o segundo dia consecutivo de alta – respectivamente, R$2,00/@ e R$3,00/@. A cotação da vaca subiu R$5,00/@, enquanto a da novilha, após alta de R$5,00/@ do dia anterior (16/9), abriu o dia estável.
As escalas de abate atendiam, em média, a seis dias.
Valia destacar que negócios pontuais acima das referências para o boi gordo e para a novilha aconteceram. Os negócios, porém, foram poucos e não caracterizavam referência de mercado.
Na comparação feita dia a dia, alta na cotação da novilha na região Sul. Para as demais categorias e para a outra praça baiana, estabilidade.
Na região Sul, a cotação da novilha subiu R$2,00/@.
Em função de uma menor oferta, a cotação da novilha subiu R$3,00/@. Para as demais categorias, a cotação não mudou.
As escalas estavam, em média, para oito dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 17/9/2026.
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