• Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Scot Consultoria

Novas altas no mercado do boi gordo em São Paulo

Oferta controlada sustenta altas, mesmo com a demanda de carne menos aquecida.


Foto: Scot Consultoria

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Mesmo com o arrefecimento da demanda por carne na segunda quinzena do mês, a oferta enxuta de gado sustentava o mercado. Os pecuaristas mantinham o ritmo de venda ajustado às necessidades de caixa, limitando a disponibilidade de bovinos terminados.

Para as fêmeas, a oferta era ainda menor que a dos machos, o que contribuía para a alta nas cotações e para a redução do ágio entre as categorias.

Do lado comprador, a postura era de cautela nas negociações, com foco no controle dos estoques. Ainda assim, os frigoríficos que queriam manter escalas confortáveis pagavam o que era pedido.

Nesse cenário, na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo e do “boi China” registrou o segundo dia consecutivo de alta – respectivamente, R$2,00/@ e R$3,00/@. A cotação da vaca subiu R$5,00/@, enquanto a da novilha, após alta de R$5,00/@ do dia anterior (16/9), abriu o dia estável.

As escalas de abate atendiam, em média, a seis dias.

Valia destacar que negócios pontuais acima das referências para o boi gordo e para a novilha aconteceram. Os negócios, porém, foram poucos e não caracterizavam referência de mercado.

Bahia

Na comparação feita dia a dia, alta na cotação da novilha na região Sul. Para as demais categorias e para a outra praça baiana, estabilidade.

Na região Sul, a cotação da novilha subiu R$2,00/@.

Região Oeste do Maranhão

Em função de uma menor oferta, a cotação da novilha subiu R$3,00/@. Para as demais categorias, a cotação não mudou.

As escalas estavam, em média, para oito dias.

Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 17/9/2026.

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