Mercado pressionado, queda nas cotações e compras cautelosas
Foto: Scot Consultoria
Na comparação feita dia a dia, a cotação caiu R$1,00/@ para o boi gordo, R$2,00/@ para o “boi China” e R$3,00/@ para a novilha. A cotação da vaca não mudou.
Os frigoríficos compraram apenas o necessário para o abate imediato, com escalas que atenderam, em média, a sete dias. O escoamento da carne esteve lento.
A ponta vendedora resistiu, mas os negócios foram fechados dentro das referências. Houve disputa em torno dos patamares vigentes, e os frigoríficos de pequeno e médio porte, com maior necessidade de completar as escalas, ofertaram preços ligeiramente acima das referências. Esses negócios, porém, foram pontuais.
Após a queda, no dia anterior, da cotação do “boi China”, a pressão alcançou as demais categorias.
Na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo caiu R$5,00/@ nas regiões Norte e Sudoeste e R$3,00/@ em Cuiabá e no Sudeste. A da novilha caiu R$2,00/@ no Norte e em Cuiabá e R$3,00/@ no Sudeste. A da vaca caiu R$5,00/@ em Cuiabá. Nas demais praças, a cotação das fêmeas não mudou.
A oferta esteve maior, em decorrência da seca no estado, com os pecuaristas ofertando mais gado. Do lado da demanda, a venda de carne esteve fraca, o que sustentou a pressão baixista.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 26/8/2026.
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