Poucas vendas no fim de semana pressionaram a arroba.
Foto: Scot Consultoria
Com vendas aquém do esperado no fim de semana, evidenciando a sazonalidade do fim de mês (quando a população está com menor poder aquisitivo), a terça-feira começou com a ponta compradora comprando menos e pressionando a cotação da arroba do boi gordo. Algumas indústrias abriram o dia com ofertas de compra abaixo das referências, mas praticamente não tiveram sucesso nas negociações. Em função disso, a cotação caiu R$2,00/@ para o boi gordo e o “boi China”. Para as demais categorias, a cotação ficou estável.
A escala de abate atende, em média, a sete dias.
As vendas de carne travaram nos últimos dias e as indústrias precisaram tirar um pouco o pé das compras, o que pressionou a cotação da arroba.
Na região de Belo Horizonte, a cotação caiu R$5,00/@ para todas as categorias.
As escalas de abate estão, em média, para cinco dias.
Na região do Triângulo, a cotação caiu R$2,00/@ para todas as categorias.
As escalas de abate estão, em média, para 11 dias.
Na região Norte, a cotação ficou estável.
As escalas de abate estão, em média, para sete dias.
Até a terceira semana de agosto, o Brasil exportou 141,1 mil toneladas de carne bovina in natura, com uma média diária de 9,4 mil toneladas, volume 26,4% abaixo do registrado em agosto de 2025. Por outro lado, a cotação média da tonelada ficou em US$6,2 mil, alta de 10,6% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Com mais da metade dos dias úteis de agosto transcorridos, o volume exportado até agora está 127,3 mil toneladas abaixo do exportado em agosto do ano passado, evidenciando a queda da exportação para a China.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 25/8/2026.
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