Oferta ajustada à procura mantém as cotações, enquanto a demanda limita as compras.
Foto: Bela Magrela
Na comparação feita dia a dia, a cotação não mudou. O mercado estava com poucos negócios.
A oferta de boiadas esteve na medida da procura.
Com as programações formadas, que atendiam, em média, a sete dias, os frigoríficos reduziram as ofertas e passaram a buscar melhores condições de compra.
A redução do volume de bovinos abatidos ajudava a sustentar o mercado. Contudo, com o escoamento de carne no mercado interno lento, somado ao arrefecimento das exportações de carne bovina, o viés para o início da segunda quinzena de agosto era de mercado pressionado.
A oferta de bovinos caiu, o que sustentou as altas. Contudo, os ajustes foram moderados, já que, apesar da menor oferta de boiadas, a demanda também diminuiu.
Na região Sul, a cotação do boi gordo subiu R$1,00/@. A cotação da vaca e da novilha, não mudou.
Na região Norte, a cotação do boi gordo também subiu R$1,00/@ e a da vaca e a da novilha, R$2,00/@.
A cotação da arroba do "boi China" ficou estável.
Na comparação feita dia a dia, altas foram registradas para o “boi China” e para o boi gordo na região Sul do estado. Para a região de Goiânia, estabilidade para todas as categorias.
Na região Sul, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@. A cotação da vaca e da novilha, não mudou.
A cotação do "boi China" subiu R$3,00/@.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 14/8/2026.
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