Com oferta controlada e indústrias comprando apenas o necessário, as cotações permaneceram estáveis.
Foto: Scot Consultoria
Após dois dias de alta, o mercado abriu aquela quinta-feira com preços estáveis. A oferta estava controlada, e as compras também.
Apesar da oferta controlada, não havia escassez. As indústrias que precisavam compor escalas conseguiam comprar. Por outro lado, os frigoríficos não alongavam as escalas, que atendiam, em média, a uma semana.
Havia indústrias com programações mais alongadas, que ofertam abaixo das referências vigentes, mas cientes de que dificilmente conseguiriam fechar negócios.
Na comparação feita dia a dia, alta de R$5,00/@ para a vaca e de R$2,00/@ para a novilha. Para o boi gordo, estabilidade.
As escalas de abate, atendiam em média, a seis dias.
Negócios acima dos preços de referência podiam ocorrer, mas não em volume suficiente para redefinir tendência.
A cotação subiu R$2,00/@ para o boi gordo e R$3,00/@ para a novilha. Para a vaca, estabilidade.
Na praça carioca, após as altas registradas para as fêmeas ao longo da semana, o mercado abriu com cotações estáveis para a vaca e para a novilha. A cotação do boi gordo, subiu R$2,00/@.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 6/8/2026.
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