Julho terminou com recuperação das cotações e mercado atento ao aumento da demanda no início de agosto.
Foto: Scot Consultoria
Na comparação feita dia a dia, a cotação da novilha, em São Paulo, subiu R$3,00/@. Para as demais categorias, estabilidade.
As escalas de abate atendiam, em média, a seis dias.
Apesar da oferta contida, ela era maior do que a das semanas anteriores, reflexo da alta nas cotações. Além disso, embora a indústria não quisesse alongar as escalas, a chegada de um novo mês e a proximidade da entrada de renda da população sustentavam uma positividade para as vendas de carne na próxima semana. Com isso, os frigoríficos buscavam manter-se abastecidos e ativos nas compras.
Negócios abaixo das referências podiam acontecer. Em geral, lotes menores e oferta “pingada” eram negociados a preços inferiores, enquanto lotes cheios alcançavam preços melhores.
Na comparação entre o início do mês e o fechamento de julho, a cotação do boi gordo subiu 3,9%, a do “boi China”, 2,9% e a da vaca e a da novilha, 2,9% e 2,4%, respectivamente. Julho foi atípico, as cotações na primeira quinzena estiveram pressionadas e se recuperaram ao longo da segunda. As escalas de abate atendiam, em média, a seis dias.
Na comparação feita dia a dia, na região do Triângulo e para o “boi China”, a cotação subiu. Nas demais regiões, estabilidade.
Na região do Triângulo Mineiro, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@ e a da vaca R$2,00/@. Para a novilha, estabilidade.
A cotação do “boi China” subiu R$2,00/@.
As escalas de abate atendiam, em média, entre cinco e oito dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 31/7/2026.
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