Oferta restrita de boiadas sustentou a alta da vaca e manteve firme o mercado paulista.
Foto: Scot Consultoria
Na comparação feita dia a dia, a cotação da vaca, em São Paulo, subiu R$3,00/@. Para as demais categorias, estabilidade.
A alta da cotação da vaca e a firmeza das cotações do boi e da novilha foram sustentadas pela oferta contida. Do lado da indústria, os negócios estavam sendo fechados para manter as escalas confortáveis, sem alongá-las demais.
As escalas de abate atendiam, em média, a seis dias.
Na comparação feita dia a dia, nas quatro praças pecuárias mato-grossenses, a cotação subiu.
Na região Norte, a cotação do boi gordo subiu R$1,00/@. A cotação da vaca e a da novilha subiu R$2,00/@.
Na região Sudoeste, a cotação do boi gordo ficou estável e a cotação da vaca e a da novilha subiu R$5,00/@.
Na região de Cuiabá, a cotação do boi gordo não mudou. A cotação da vaca subiu R$5,00/@, e a da novilha subiu R$3,00/@.
Na região Sudeste, a cotação do boi gordo não mudou. A cotação da vaca subiu R$5,00/@, e a da novilha subiu R$3,00/@.
A cotação do “boi China” não havia mudado.
As escalas de abate atendiam, em média, entre cinco e oito dias.
O mercado abriu sem mudanças nas cotações. Mas, apesar da estabilidade, a oferta restrita de boiadas e as escalas curtas sustentavam as cotações.
As escalas de abate atendiam, em média, a quatro dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 30/7/2026.
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