Parte da indústria esteve fora das compras, enquanto as negociações ocorreram nas referências da sexta-feira anterior.
Foto: Scot Consultoria
O mercado havia iniciado a semana sem mudança na cotação do boi gordo, da vaca gorda e da novilha.
Parte da indústria esteve fora das compras, definindo as estratégias para a semana. As que estavam ativas ofertavam as cotações vigentes da sexta-feira anterior. Havia frigoríficos abastecidos que abriram o dia ofertando preços menores, porém sem negócios fechados.
As escalas de abate atendiam, em média, a uma semana.
Havia ofertas acima das cotações vigentes, mas não em volume suficiente para se tornarem referência de mercado.
Na comparação com o fechamento da sexta-feira anterior (24/7), o mercado abriu com alta de R$2,00/@ na cotação da novilha. Para as demais categorias, estabilidade.
As escalas de abate atendiam, em média, a cinco dias.
A cotação da carcaça subiu. Esse aumento veio da maior procura e da redução da oferta devido à diminuição dos abates. As compras entre os atacadistas continuaram dosadas para evitar sobras. A expectativa era de que os preços se mantenham até o início de agosto.
A cotação da carcaça casada do boi capão subiu 3,3%, ou R$0,75/kg. A do boi inteiro subiu 3,9%, ou R$0,85/kg.
A cotação da carcaça casada da vaca subiu 5,5%, ou R$1,15/kg. A da novilha subiu 3,7%, ou R$0,80/kg.
No mercado de proteínas alternativas, a cotação do frango médio* caiu 1,3%, ou R$0,20/kg. A do suíno especial** caiu 7,1%, ou R$0,60/kg.
*Ave que leva em consideração o peso médio da linhagem para um lote misto, com rendimento de carcaça estimado em 74,0%.
**Animal abatido, sem vísceras, patas, rabo e gargantilha.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 27/7/2025.
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