Oferta contida e necessidade de compra sustentaram as altas na sexta-feira e ao longo da semana.
Foto: Bela Magrela
O mercado havia aberto com alta de R$2,00/@ para todas as categorias. Com isso, o boi gordo acumulou três dias consecutivos de valorização e as fêmeas, dois.
Na comparação com a sexta-feira anterior (17/7), as cotações do boi gordo e do “boi China” subiram 3,6% e 2,7%, respectivamente. Para a vaca e a novilha, as altas foram de 2,3% e 2,5%.
Ao longo da penúltima semana de julho, o mercado reagiu após um mês entre estabilidade e quedas. A oferta contida levou a indústria a elevar as ofertas para garantir as escalas de abate.
Para aquela sexta-feira, com os preços praticados, aparentemente, a oferta havia melhorado.
As escalas de abate atendiam, em média, a uma semana.
Na comparação feita dia a dia, alta de R$2,00/@ na cotação da novilha na região de Goiânia. Nas demais categorias, estabilidade.
Na região Sul, os preços ficaram estáveis para todas as categorias.
As escalas de abate atendiam, em média, entre quatro e sete dias.
Havia negócios acima das referências, mas ainda não representavam a referência de mercado.
Na comparação feita dia a dia, alta de R$2,00/@ na cotação do boi gordo. Para as demais categorias, estabilidade.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 24/7/2025.
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