Compras limitadas a necessidade imediata sustentaram as cotações, com alta na cotação do boi gordo e das fêmeas.
Foto: Bela Magrela
A cotação do boi gordo e do "boi China" abriu com alta de R$4,00/@. A cotação da vaca e da novilha subiu R$3,00/@.
A estratégia de comprar do bolso para a boca tinha provocado esse comportamento do mercado. A evolução das compras determinaria por quanto tempo esse quadro deveria durar.
As escalas de abate atendiam, em média, a sete dias.
A oferta de boiadas estava curta, o que tinha impulsionado as compras. Na comparação feita dia a dia, em três das quatro praças pecuárias mato-grossenses a cotação subiu e, onde não subiu, a cotação não mudou.
Na região Norte, a cotação subiu R$5,00/@ para todas as categorias.
Na região Sudoeste, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@ e a das fêmeas, R$2,00/@.
Na região de Cuiabá, a cotação não mudou.
Na região Sudeste, a cotação da arroba do boi gordo e a das fêmeas subiu R$2,00.
A cotação do "boi China" subiu R$2,00/@.
A cotação do boi gordo subiu R$2,00/@, e a cotação da vaca e a da novilha não mudou.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 23/7/2025.
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