Mercado com poucos negócios, frigoríficos cautelosos nas compras e pecuaristas resistentes a preços menores.
Foto por: Scot Consultoria
Na comparação feita dia a dia, a cotação não mudou. A quantidade de negócios diminuiu.
A segunda quinzena do mês traduz um quadro com cotações pressionadas e compras feitas para evitar carregar os estoques.
Do lado da oferta, os pecuaristas resistiam às ofertas de compra a preços menores e restringiam a comercialização dos lotes. A estratégia era aguardar oportunidades de venda a preços melhores, reduzindo a fluidez dos negócios e deixando o mercado em compasso de espera.
As escalas de abate atendiam, em média, a uma semana. O período era considerado confortável, já que a intenção não era alongar as escalas e, se a necessidade batesse à porta, havia margem para elevar a oferta.
Na comparação feita dia a dia, não houve mudanças nas cotações.
A oferta de bovinos estava ajustada e atende à demanda sem excedentes. Com escalas confortáveis, o mercado está em equilíbrio.
As escalas de abate atendiam, em média, a 10 dias.
Na região Oeste do estado, o mercado havia iniciado o dia com queda de R$3,00/@ na cotação do boi gordo. Para as demais categorias, estabilidade.
Na região Sul, os preços estavam firmes e não houve mudanças na comparação feita dia a dia.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 16/7/2026.
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