• Quarta-feira, 17 de junho de 2026
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Scot Consultoria

A cotação do boi gordo perdeu força em São Paulo

Demanda mais fraca levou frigoríficos a desacelerarem as compras e tentarem negociar abaixo das referências.


Foto por: Scot Consultoria

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A cotação do boi gordo e a do “boi China” caíram R$2,00/@. A cotação das fêmeas não mudou.

Não houve pressão significativa de oferta de bovinos, mas a demanda enfraqueceu. Frigoríficos de maior porte desaceleraram as compras e tentaram negociar abaixo das referências, movimento também observado entre unidades de menor porte. Essa postura refletiu as incertezas do mercado em relação à demanda externa por carne bovina e ao aumento dos excedentes no mercado interno, diante da proximidade do cumprimento da cota da exportação para a China.

As escalas de abate estiveram, em média, para oito dias.

Bahia

A cotação não mudou. A oferta de bovinos esteve escalonada, enquanto a demanda esteve morna, o que manteve o mercado equilibrado.

As escalas de abate atenderam, em média, entre 10 e 13 dias.

Região Noroeste do Paraná

O mercado iniciou o dia ofertando R$3,00/@ a menos para o boi gordo e para o “boi China”. Para as demais categorias, houve estabilidade. A oferta de bovinos atendeu à demanda sem aperto, enquanto os compradores demonstraram menor apetite nas aquisições.

As escalas de abate atenderam, em média, a 11 dias.

Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 17/6/2025.

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