Demanda mais fraca levou frigoríficos a desacelerarem as compras e tentarem negociar abaixo das referências.
Foto por: Scot Consultoria
A cotação do boi gordo e a do “boi China” caíram R$2,00/@. A cotação das fêmeas não mudou.
Não houve pressão significativa de oferta de bovinos, mas a demanda enfraqueceu. Frigoríficos de maior porte desaceleraram as compras e tentaram negociar abaixo das referências, movimento também observado entre unidades de menor porte. Essa postura refletiu as incertezas do mercado em relação à demanda externa por carne bovina e ao aumento dos excedentes no mercado interno, diante da proximidade do cumprimento da cota da exportação para a China.
As escalas de abate estiveram, em média, para oito dias.
A cotação não mudou. A oferta de bovinos esteve escalonada, enquanto a demanda esteve morna, o que manteve o mercado equilibrado.
As escalas de abate atenderam, em média, entre 10 e 13 dias.
O mercado iniciou o dia ofertando R$3,00/@ a menos para o boi gordo e para o “boi China”. Para as demais categorias, houve estabilidade. A oferta de bovinos atendeu à demanda sem aperto, enquanto os compradores demonstraram menor apetite nas aquisições.
As escalas de abate atenderam, em média, a 11 dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 17/6/2025.
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