Predomínio de baixos acumulados em grande parte do país, com chuvas expressivas ocorrendo de forma localizada.
Foto: Scot Consultoria
No Tocantins, Acre, Rondônia, Pará e na porção Centro-Sul do Amazonas, os mapas apontam para chuvas modestas ou até mesmo ausência delas, diferente do observado no final de maio e início de junho. Nessas áreas, serão esperados acumulados entre a ausência de precipitação e, no máximo, 15mm. Poderá haver pontos isolados com volumes superiores, mas, de forma geral, o viés é de tempo seco.
Roraima e o Amapá podem registrar volumes mais elevados. Em Roraima, os acumulados devem variar entre 25mm e 75mm, com os maiores volumes no Norte do estado e diminuição em sentido ao Sul. O mesmo padrão será observado no Amapá, mas os volumes devem variar entre 15mm e 65mm.
No Maranhão, Piauí e Ceará, os acumulados devem variar entre a ausência de precipitação e 5mm na maior parte do território. As exceções ficarão por conta do Noroeste do Maranhão e do Sul do Ceará, onde os volumes podem alcançar até 15mm.
No Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, as chuvas tendem a se concentrar nas áreas litorâneas, com redução gradual dos acumulados em direção ao interior dos estados. Os volumes podem variar de até 45mm no litoral à ausência de precipitação nas áreas mais interioranas.
Na Bahia, o predomínio será de tempo seco na maior parte do estado. As exceções serão as áreas do Nordeste baiano e a faixa litorânea, onde podem ocorrer precipitações com acumulados de até 25mm.
Em Mato Grosso e Goiás, os mapas indicam pouca chuva, mas volumes dentro do habitual. Para os dois estados, a indicação é de ausência de chuva no período à precipitações leves que podem chegar a 15mm acumulados, mas, na maior parte dos territórios, o viés será de tempo seco.
No Mato Grosso do Sul, o cenário deve ser diferente, com precipitações mais expressivas. Os acumulados devem variar entre 15mm e 35mm, com os maiores volumes concentrados no Sul do estado e diminuindo gradativamente em direção ao Norte. Áreas pontuais do Sudeste do estado podem registrar precipitações superiores a 65mm.
Em Minas Gerais e Espírito Santo, os volumes devem ser mínimos na maior parte do território, entre ausência de chuva e 15mm acumulados. Áreas do Sul de Minas Gerais e o estado do Rio de Janeiro podem ter volumes superiores, entre 15mm e 25mm. Em um contexto geral, para esses estados serão esperadas chuvas dentro do habitual.
Em São Paulo, os acumulados tendem a ser maiores. No Centro-Sul e Sul do estado, os mapas indicam acumulados entre 35mm e 55mm, enquanto o Norte ficará mais próximo de 15mm a 25mm.
No Paraná, os volumes devem ser os mais relevantes da região, principalmente na região central do estado, os acumulados devem variar entre 35mm e 65mm. Na maior parte do território, os volumes ficarão próximos dos 50mm.
Em Santa Catarina, os mapas apontam volumes moderados, mas dentro do habitual para o período, variando entre 15mm e 35mm. Os maiores acumulados tendem a ocorrer em áreas mais ao Norte do estado, com diminuição gradual sentido Sul.
No Rio Grande do Sul, os acumulados devem ser significativamente menores. Em geral, o prognóstico aponta para ausência de precipitação e 15mm acumulados. Chuvas mais significativas podem ocorrer no Norte do estado. Os mapas apontam para anomalias negativas de precipitação, com volumes até 50mm abaixo do habitual para o período.
Figura 1.
Mapa de precipitação total prevista de 15/6/2026 até 21/6/2026 (mm).
Fonte: NOAA
Figura 2.
Mapa de anomalias de precipitação prevista de 15/6/2026 até 21/6/2026 (mm).
Fonte: NOAA
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