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Cai a cotação do boi gordo e das fêmeas em São Paulo

Oferta confortável de bovinos e menor demanda de compra dos frigoríficos pressionaram as cotações em São Paulo, com recuo de R$3,00/@ para o boi gordo e o “boi China” e de R$2,00/@ para as fêmeas.


Foto: Bela Magrela

Foto: Bela Magrela

O mercado abriu com queda na cotação de todas as categorias. Em comparação com ontem (12/5), a cotação do boi gordo e a do “boi China” recuou R$ 3,00/@. Entre as fêmeas, a queda foi de R$2,00/@. A oferta de bovinos estava confortável e os frigoríficos vinham comprando sem dificuldade, o que permitia o alongamento das escalas de abate. Esse cenário ocorria em um mercado menos comprador, uma vez que parte das indústrias já havia recomposto suas escalas.

As escalas de abate estavam, em média, para 10 dias.

Bahia

A oferta de bovinos estava elevada e o escoamento da carne estava lento. Frigoríficos já relatavam maior formação de estoques e menor necessidade de compra. Esse cenário resultou em queda na cotação dos machos e das fêmeas.

Na região de Sul, queda de R$2,00/@ para a cotação de todas as categorias.

Na região Oeste, a cotação do boi gordo recuou R$2,00/@. Entre as fêmeas, a cotação não mudou. 

As escalas de abate atendiam, em média, entre 17 e 19 dias.

Rio Grande do Sul

A oferta estava mais contida, reflexo do ciclo forrageiro regional. Com menor disponibilidade de bovinos terminados, as cotações estavam sustentadas no estado. Na comparação diária, os preços permaneceram estáveis para todas as categorias nas duas praças pecuárias gaúchas.

As escalas de abate atendiam, em média, seis dias.

Todos os preços eram brutos e com prazo.

Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 13/5/2025.

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