• Terça-feira, 5 de maio de 2026
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Scot Consultoria

Negócios no mercado do boi gordo em São Paulo estão sem força

Escalas alongadas e consumo lento enfraquecem as negociações, com mercado dependente da retomada das vendas de carne.


Foto por: Scot Consultoria

Foto por: Scot Consultoria

Com escalas de bom tamanho e as vendas de carne devagar, as negociações estavam sem força. Parte da indústria frigorífica não estava ativamente nas compras, e as ordens de compra das que estavam nada mudaram em relação ao dia anterior. 

As escalas de abate estavam, em média, para 10 dias.

As cotações vigentes não agradavam à ponta vendedora. Para os próximos dias, o rumo do mercado dependia do volume de negócios realizados e da retomada das vendas de carne no mercado interno.

Pará

A oferta havia melhorado e os negócios aumentaram. Nesse contexto, as escalas avançaram e atendiam, em média, entre nove e 11 dias. Com isso, na comparação feita dia a dia, nas três praças pecuárias paraenses, a cotação caiu.

Na região de Marabá, a cotação do boi gordo e a da novilha caiu R$3,00/@. Para a vaca, estabilidade.

Na região de Redenção, a cotação da vaca caiu R$3,00/@. As cotações do boi gordo e da novilha ficaram estáveis.

A cotação do “boi China” não havia mudado.

Na região de Paragominas, a cotação do boi gordo e do “boi China” caiu R$2,00/@, e a da vaca e a da novilha não mudou.

Espírito Santo

O mercado esteve firme e a cotação não mudou.

As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.

Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 5/5/2025.

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