Mercado mantém firmeza após altas, com negociações mais cadenciadas e escalas de abate ao redor de oito dias.
Foto: Bela Magrela
Após as altas registradas no dia anterior (14/4) para o “boi China” e para a vaca, o mercado iniciou o dia firme, porém com preços estáveis.
Tanto a ponta vendedora quanto a compradora estiveram realizando negócios de forma mais compassada, em busca de melhores oportunidades no curto prazo.
A escala de abate estava, em média, para oito dias.
No estado, a oferta estava reduzida e as escalas estavam curtas, não ultrapassando seis dias. Esse cenário, aliado à postura firme da ponta vendedora, às boas condições de pastagem, ao bom desempenho das exportações e à melhora no escoamento da carne, sustentou a firmeza do mercado.
Diante disso, o dia teve início com valorização nas cotações.
Na região de Marabá, a cotação não mudou.
Na região de Redenção, a vaca registrou alta de R$3,00/@. Para o boi gordo e para a novilha, estabilidade.
Para as regiões de Marabá e Redenção, o “boi China” teve alta de R$2,00/@.
Na região de Paragominas, o boi gordo registrou alta de R$3,00/@ na comparação feita dia a dia. Para a vaca e para a novilha, não houve mudanças.
O “boi China” também registrou alta, de R$2,00/@.
Após as altas registradas no dia anterior para o boi gordo, o mercado seguiu firme, com a cotação de referência estável.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 15/4/2025.
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