Semana marcada por estabilidade, com mercado firme e oferta enxuta.
Foto: Bela Magrela
O mercado esteve firme ao longo da terceira semana de março, sem variações nas cotações. Na sexta-feira, essa dinâmica se manteve e, na comparação feita dia a dia, os preços não mudaram.
A sustentação do mercado esteve fundamentada na oferta enxuta de bovinos e, apesar da morosidade nas vendas de carne no mercado interno, isso já era esperado para o período e não trouxe impactos negativos às cotações. Além disso, embora as exportações perderam força na segunda semana de março, em relação à primeira, ainda ocorreram em bom ritmo e com bons preços pagos por tonelada, contribuindo para a sustentação do mercado.
Vale destacar que negócios acima das cotações vigentes foram relatados. No entanto, tratava-se de operações pontuais, sem volume suficiente para se tornarem referência.
A escala de abate estava, em média, para uma semana.
As escalas de abate haviam encurtado e, na comparação dia a dia, ambas as regiões monitoradas registraram alta de R$0,10/kg para os machos. Para a vaca e para a novilha, estabilidade.
Na região Oeste, a escala de abate estava, em média, para cinco dias.
Na região de Pelotas, a escala de abate estava, em média, para seis dias.
O mercado esteve firme e a cotação de referência não mudou.
A escala de abate estava, em média, para cinco dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 20/3/2025.
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