A oferta esteve enxuta e a demanda aquecida, sustentando a subida de preços no mercado do boi gordo. Negócios em R$350,00/@ foram registrados com frequência.
Foto: Bela Magrela
A oferta esteve enxuta e a demanda aquecida, sustentando a subida de preços no mercado do boi gordo. Negócios em R$350,00/@ foram registrados com frequência. A depender do desempenho das vendas durante o Carnaval, esse patamar poderá ser o referencial na próxima semana.
As escalas de abate estiveram curtas, atendendo, em média, a uma semana, o que manteve as indústrias na compra e deu suporte às cotações.
Na comparação diária, a arroba do boi gordo subiu R$3,00, enquanto a vaca e a novilha tiveram alta de R$2,00 cada. Para o “boi China”, a cotação não mudou.
Na região de Marabá, as cotações não mudaram.
Na região de Redenção, o boi gordo ficou estável. A vaca teve alta de R$3,00/@ e a novilha de R$2,00. A arroba do “boi China” não mudou.
As escalas de abate, em ambas as regiões, atendiam, em média, a cinco dias.
Na região de Paragominas, o boi gordo subiu R$2,00/@. A vaca teve alta de R$3,00/@ e a novilha subiu R$4,00/@. A cotação do “boi China” não mudou.
As escalas de abate na região atendiam, em média, a uma semana.
Na região Oeste, o boi gordo subiu R$0,10/kg. As cotações da vaca e da novilha não mudaram.
Na região de Pelotas, o boi gordo e a vaca tiveram alta de R$0,10/kg. A cotação da novilha não mudou, negociada em R$10,90/kg.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 13/2/2025.
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