O mercado abriu com alta de R$ 2,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”.
O mercado abriu com alta de R$ 2,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. A cotação da vaca e a da novilha não mudou em relação a ontem.
A oferta curta foi o fator de sustentação. O bom escoamento da carne bovina, especialmente nas exportações, também contribuiu para manter as cotações firmes. Com maior dificuldade para formar escala e sem contratos de compra, frigoríficos de pequeno e médio porte tiveram que pagar mais pela arroba. Aconteceram negócios a R$ 350,00/@, mas em menor volume e ainda sem se consolidar como referência de mercado.
As escalas de abate estiveram, em média, para cinco dias.
A oferta de bovinos estava diminuta, e havia pouco espaço para negociar preços menores, mesmo com o escoamento de carne bovina morno em parte do estado. Assim, as cotações estavam firmes.
Na região de Dourados, na comparação diária, a cotação do boi gordo subiu R$2,00
Na região de Campo Grande, a cotação não mudou em relação a ontem.
Na região de Três Lagoas, na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@ e a cotação da novilha, R$1,00/@. A cotação da vaca não mudou.
Todos os preços eram brutos e com prazo.
As cotações estavam estáveis na comparação diária.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 12/2/2026.
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