Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
Foto: Bela Magrela
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@. Entretanto, eles não têm volume o bastante para formar a referência.
Algumas unidades frigoríficas com escalas de abate confortáveis, ou estavam fora das compras ou estavam ofertando preços abaixo da referência. Mas, de maneira geral, as indústrias do estado estavam com escalas de abate curtas. As ofertas diminuíram e havia resistência da ponta vendedora para entrega das boiadas nesses preços.
As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.
Na região de Goiânia, as ofertas estavam atendendo a demanda, e o escoamento de carne seguia em ritmo lateralizado. Nesse sentido, as cotações ficaram estáveis para todas as categorias.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
Na região Sul, os preços também ficaram estáveis para todas as categorias.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
O mercado estava pressionado. Havia preocupações da indústria quanto à questão da salvaguarda chinesa. Nesse contexto, o preço de todas as categorias recuou. Para o boi gordo e para a vaca, a cotação caiu R$2,00/@. Para a novilha, caiu R$5,00/@.
As escalas de abate estavam, em média, para seis dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 15/1/2026.
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