A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
Foto por: Scot Consultoria
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
As escalas de abate atenderam, em média, a sete dias.
O mercado esteve frio, com ofertas contidas e escoamento da carne bovina um pouco aquém do esperado.
Na região do Triângulo Mineiro, a cotação não mudou em relação a ontem.
Na região de Belo Horizonte, a cotação se manteve para todas as categorias na comparação feita no dia a dia.
Na região Norte, a cotação também não mudou.
Na região Sul, a cotação da arroba do boi gordo caiu R$1,00, e a da vaca e da novilha caiu R$2,00 na comparação diária.
A cotação do “boi China” não mudou.
A oferta de bovinos esteve confortável. O cenário ampliou a margem de negociação dos compradores. Com isso, a cotação da arroba do boi gordo caiu R$3,00.
Não há referência para o “boi China” na região.
As exportações de carne bovina foram recorde para um mês de dezembro, com 304,9 mil toneladas embarcadas. O volume foi 50,6% maior que o de dezembro de 2024 e 4,2% menor que o de novembro. Com esse resultado, o Brasil encerrou o ano com o maior volume de carne bovina exportada da história.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 07/01/2026.
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