A entressafra e o ritmo lento da colheita sustentam os preços no curto prazo, mas o avanço da oferta pode pressionar o mercado a partir de abril.
Na visão da Scot Consultoria, com o pico de colheita da primeira safra, que ocorre mais ao fim de março, e com um maior esclarecimento de como será a produção da segunda safra (se haverá ajustes positivos ou negativos), há o potencial de que os preços comecem a recuar a partir de meados de abril e de maio.
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